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Fórmula Vee terá etapa inédita em Cascavel em julho

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A Fórmula Vee Brasil divulgou a programação de julho, com competições e oportunidades para pilotos que desejam iniciar ou evoluir no automobilismo no segundo semestre. O calendário marca a continuidade da temporada e traz um destaque inédito: a primeira passagem da categoria por Cascavel (PR).

Entre os principais eventos está a abertura do Circuito Zanoello, campeonato à parte dentro da Fórmula Vee. A etapa será realizada nos dias 10, 11 e 12 de julho de 2026 e receberá o nome de Taça Pedro Muffato, em homenagem ao piloto Pedro Muffato. A organização será da ISM – Interlagos Sport Marketing, responsável também por eventos em Interlagos e pelo Campeonato Paulista.

No fim do mês, a categoria retorna ao Autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP), para a quinta etapa do Campeonato Paulista.

Segundo Guilherme Putnoki, sócio e Diretor Comercial da Fórmula Vee Brasil, a etapa em Cascavel amplia a presença da categoria e aproxima novos pilotos da experiência com carros de fórmula.

“A etapa em Cascavel será a primeira vez da Fórmula Vee no circuito e representa uma oportunidade importante para pilotos do Paraná e da região Sul conhecerem a categoria de perto, sem precisar se deslocar até Interlagos. O Circuito Zanoello nasce como um campeonato à parte dentro da categoria e reforça o objetivo de levar a Fórmula Vee para mais autódromos”, afirma.

Julho costuma registrar temperaturas mais baixas, especialmente em São Paulo. Nas pistas, essa condição pode influenciar o comportamento dos pneus, do motor e a adaptação dos pilotos durante as primeiras voltas.

De acordo com Rodrigo Prado, um dos CEOs da Fórmula Vee Brasil e engenheiro mecânico, os pneus semi-slick precisam atingir uma temperatura ideal para manter a aderência durante a corrida. 

“Os pneus semi-slick precisam atingir uma temperatura ideal para manter o grip durante a corrida. Quando estão frios, o carro pode sair de traseira ou derrapar mais nas frenagens. Por isso, as primeiras voltas são essenciais para que o piloto entenda o comportamento do carro enquanto os pneus aquecem”, explica Prado.

Segundo ele, o frio também pode alterar a resposta do motor. “Os motores ficam ligeiramente mais potentes porque o ar frio é mais denso e permite maior entrada de ar. Ao mesmo tempo em que o piloto precisa ter cuidado com a aderência, também pode perceber uma resposta diferente nas acelerações”, acrescenta.

A preparação antes de entrar na pista também ganha importância em meses com agenda mais intensa. Além da parte física, o controle emocional é apontado como fator decisivo para o desempenho.

“É importante que os pilotos mantenham o estado emocional mais tranquilo, apesar da agenda. O preparo psicológico é fundamental para controlar as emoções durante uma disputa, em que cada erro pode custar uma posição na corrida ou na classificação geral. Alimentação e preparo físico também são importantes pelo esforço exigido nas atividades no autódromo”, comenta Prado.

Para pilotos em desenvolvimento, os treinos livres seguem como etapa essencial da formação. Segundo a categoria, esse é o momento em que o participante pode testar, errar, aprender e entender melhor o carro antes de uma atividade oficial ou competitiva.

“O treino livre é o momento ideal para o piloto testar, errar e aprender com os erros. Cada volta é registrada pela ECU do carro e analisada pelos nossos analistas de dados, que indicam possíveis erros de frenagem, ajustes de traçado e comportamentos que podem melhorar o tempo de volta”, explica Rodrigo Prado.

Esse acompanhamento permite que o piloto chegue mais preparado a treinos oficiais, classificações e corridas. A análise de dados também ajuda a identificar padrões de pilotagem e pontos de melhoria.

“Quando chega um treino oficial ou a classificação, o piloto está mais preparado para evitar os pontos de atenção observados no treino livre. Os pilotos mais dedicados às análises tendem a ter resultados melhores, porque passam a entender melhor o carro, os ajustes necessários e o próprio estilo de pilotagem”, acrescenta.

Para Rodrigo Prado, o contato com os dados aproxima o piloto do carro e contribui para uma leitura mais precisa de motor, câmbio e suspensão. “Mesmo com a equalização feita pela equipe, o tato do piloto é fundamental para entender se o trabalho está bem executado. Toda a equipe da FVee trabalha para que os pilotos tenham o melhor desempenho e progresso de carreira possível”, afirma.

A diferença entre uma experiência inicial de treino e uma atividade competitiva também faz parte da formação. Enquanto o treino permite testar limites e corrigir erros com menor pressão por resultado, a competição exige decisão rápida, consistência e controle emocional.

Para quem deseja começar no automobilismo no segundo semestre, os eventos de julho podem ser uma oportunidade de entrada. Em Cascavel, a categoria se aproxima de pilotos do Paraná e da região Sul. Em São Paulo, o retorno a Interlagos mantém o contato com um dos autódromos mais tradicionais do país.

“A Fórmula Vee é um excelente ponto de partida para iniciantes pela infraestrutura completa de logística e manutenção que a monogestão oferece, otimizando custos que o piloto normalmente teria em outras categorias ou até mesmo no kart próprio. Ao mesmo tempo, a categoria também pode ser o próximo passo para quem deseja evoluir no automobilismo”, destaca Putnoki.

A categoria também busca orientar interessados sobre valores, já que parte do público encontra informações defasadas em buscas antigas. Segundo a Fórmula Vee Brasil, a temporada do Campeonato Paulista pode chegar próximo de R$ 160 mil, incluindo etapas, treinos livres, classificação e corridas.

O pacote inclui oito etapas, com treinos livres, qualify e duas corridas por etapa. Também estão inclusos carenagem personalizada, kit de piloto, acesso ao lounge da FVee para convidados e benefícios de parceiros. Além disso, os pilotos do Paulista passam a ter seu carro disponível no jogo Automobilista 2, na categoria Fórmula Vee Gen2.

Para mais informações sobre calendário, treinos e participação na categoria, basta acessar: https://fvee.com.br/



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Trabalhadores nascidos em setembro e outubro recebem abono salarial

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Os trabalhadores nascidos em setembro e em outubro que ganharam até R$ 2.766 com carteira assinada em 2024 recebem nesta quarta-feira (15) o abono salarial de 2026. Neste quarto lote, serão liberados R$ 5,4 bilhões para 4.339.996 beneficiários.

O valor do benefício varia de R$ 136 a R$ 1.621, conforme a quantidade de meses trabalhados em 2024 . O calendário segue de forma escalonada ao longo de 2026, de acordo com o mês de nascimento.

Quem recebe neste lote

Do total de contemplados em maio:

• 3.840.487 são trabalhadores da iniciativa privada, inscritos no Programa de Integração Social (PIS), com pagamento feito pela Caixa Econômica Federal, somando R$ 4,8 bilhões;

• 499.509 são servidores públicos, inscritos no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), pagos pelo Banco do Brasil, com total de cerca de R$ 600 milhões.

Quem tem direito ao Abono Salarial

Tem direito ao benefício o trabalhador que:

• Está inscrito no Pis/Pasep há pelo menos cinco anos;

• Trabalhou com carteira assinada por no mínimo 30 dias em 2024;

• Recebeu remuneração média mensal de até R$ 2.766 no ano-base;

• Teve os dados corretamente informados pelo empregador no e-Social.

Instituído pela Lei nº 7.998/90, o abono salarial pode chegar até a um salário mínimo, proporcional ao período trabalhado. Os recursos vêm do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), com a habilitação feita pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

Como o pagamento é feito

Para trabalhadores da iniciativa privada (PIS)

• A Caixa Econômica Federal realiza o pagamento prioritariamente por:

• Crédito em conta corrente ou poupança da Caixa;

• Depósito em Poupança Social Digital, movimentada pelo aplicativo Caixa Tem.

Quem não possui conta pode sacar:

• Com Cartão Social e senha em lotéricas, caixas eletrônicos e correspondentes CAIXA Aqui;

• Nas agências, com documento oficial com foto;

• Sem cartão, por meio de biometria cadastrada.

Para servidores públicos (Pasep)

O Banco do Brasil faz o pagamento por:

• Crédito em conta bancária;

• Transferência via TED ou Pix;

• Saque presencial nas agências, para quem não é correntista e não possui chave Pix.

Como consultar

Os trabalhadores podem verificar informações sobre valor, data e habilitação pelos seguintes canais:

• Aplicativo Carteira de Trabalho Digital;

• Portal Gov.br;

• Telefone 158 (Ministério do Trabalho);

• Aplicativos Caixa Tem e Benefícios Sociais Caixa;

• Atendimento Caixa ao Cidadão: 0800-726-0207.

A expectativa é que, em 2026, cerca de 22,2 milhões de trabalhadores recebam o abono salarial.



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