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Limpurb reforça limpeza urbana com robôs de roçagem em Cuiabá

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Mato Grosso

A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), utilizou nesta segunda-feira (6) os novos roçadores remotos na Avenida dos Trabalhadores para reforçar os serviços de manutenção das áreas verdes da capital. A ação demonstra, na prática, como a tecnologia está sendo incorporada à zeladoria urbana para tornar os trabalhos mais ágeis, seguros e eficientes, sem substituir a atuação dos servidores. 

Os chamados robôs de roçagem são equipamentos controlados remotamente, desenvolvidos para o corte de grama e vegetação em grandes áreas públicas, como canteiros centrais, rotatórias, parques, terrenos públicos e locais de difícil acesso ou com inclinação. O operador controla a máquina à distância, reduzindo a exposição aos riscos durante a execução dos serviços e aumentando a produtividade das equipes.

Na Avenida dos Trabalhadores, o equipamento atuou em conjunto com os servidores da Limpurb. Enquanto o robô realizou o corte da vegetação mais alta, as equipes executaram o acabamento nas bordas das calçadas, meios-fios e demais pontos que exigem maior precisão.

O diretor de Zeladoria da Limpurb, Cleiton Rosa, explicou que a tecnologia chega para complementar o trabalho das equipes e acelerar a execução dos serviços.

“Hoje estamos aqui na Avenida dos Trabalhadores utilizando o robô juntamente com a equipe da Limpurb. Ele veio para agilizar o processo de corte de grama, sem a necessidade da utilização de telas de proteção. É importante destacar que o robô não substitui a roçadeira convencional. A roçadeira continua sendo essencial para fazer o acabamento final, nas beiras das calçadas e dos meios-fios, deixando o serviço mais bonito e refinado”, afirmou.

Atualmente, a Limpurb conta com dois roçadores remotos do modelo NV9X550 e um do modelo NV22X800 em operação. O modelo NV9X550 possui produtividade média de aproximadamente 900 metros quadrados por hora, equivalente ao trabalho de três roçadeiras convencionais. Já o modelo NV22X800 alcança cerca de 1.800 metros quadrados por hora, com capacidade operacional semelhante à de seis roçadeiras convencionais.

Além do ganho em produtividade, os equipamentos proporcionam mais segurança aos operadores, reduzem a necessidade de interdição de áreas durante os trabalhos e permitem melhor aproveitamento da mão de obra, já que parte da equipe pode ser direcionada para outras frentes de serviço enquanto o robô realiza o corte da vegetação.



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Rodoviários do Rio participam de audiência de conciliação

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Rodoviários e patrões de empresas de ônibus da cidade do Rio de Janeiro participam nesta quarta-feira (15), às 11 h, de mais uma audiência de conciliação na sede do Tribunal Regional do Trabalho a 1ª Região (TRT-RJ) para chegar a um acordo sobre o reajuste da categoria.

A data-base dos rodoviários é 1º de julho. Para a campanha salarial em andamento, o Sindicato dos Rodoviários do Rio e o patronal Rio Ônibus já fizeram três rodadas de negociação no TRT-RJ, sem chegar a um acordo.

Durante as negociações mediadas pela Justiça do Trabalho, a categoria flexibilizou a reivindicação de reajuste salarial de 17% para 12% (dividido em parcelas), mas as empresas ofereceram 4,5%. Antes, o Rio Ônibus havia ofertado 4,39%.

O desembargador Gustavo Tadeu Alkmim, da Seção Especializada em Dissídios Coletivos (Sedic), pediu que os patrões aumentem a oferta de reajuste para 5%, o mesmo valor pago as categorias de rodoviários das cidades de Duque de Caxias e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

Paralisação

No dia 27 de junho, o Sindicato dos Rodoviários ajuizou o dissídio coletivo de greve e de natureza econômica. Na mesma data, o TRT-RJ, considerou a greve legal e concedeu liminar autorizando o início da paralisação. Determinou a manutenção de, no mínimo, 50% da frota operacional em cada linha e itinerário, sob pena de multa de R$ 50 mil em caso de descumprimento da medida.

Dois dias depois, no dia 29 de junho, os rodoviários do município do Rio de Janeiro iniciaram a paralisação. No dia 2 de julho, suspenderam o movimento, a pedido do TRT-RJ, mantendo o estado de greve, para que o sindicato patronal aumentasse a proposta de reajuste, mas não houve acordo.

Entre as principais reivindicações da categoria estão reajuste salarial, valorização dos pisos remuneratórios, ampliação do auxílio-alimentação para R$ 1 mil e o pagamento do intervalo para refeição como hora extraordinária.



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