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Economia

Pacientes renais torcem pro Brasil enquanto fazem tratamento

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Economia

Enquanto milhões de brasileiros reorganizam a rotina para acompanhar os jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, milhares de pessoas mantêm um compromisso que não pode ser adiado: a hemodiálise. Para pacientes com doença renal crônica, interromper ou adiar uma sessão representa um risco sério à saúde, razão pela qual o tratamento continua normalmente, inclusive durante as partidas.

Segundo dados da Sociedade Brasileira de Nefrologia, o Brasil possui aproximadamente mais de 150 mil pacientes em terapia dialítica. Todos os dias, cerca de 11 mil sessões de hemodiálise são realizadas em todo o país, independentemente de feriados, datas comemorativas ou grandes eventos esportivos.

Foi pensando nesses pacientes que a DaVita Tratamento Renal decidiu transformar suas clínicas em espaços de torcida durante a Copa do Mundo. As mais de 100 unidades participantes recebem decoração em verde e amarelo, televisores transmitem os jogos ao vivo, colaboradores vestem a camisa da Seleção Brasileira e pacientes acompanham as partidas enquanto realizam o tratamento. Em algumas unidades, a programação inclui ainda distribuição de pipoca e outras ações de integração.

A iniciativa busca minimizar o impacto emocional de uma rotina marcada por sessões de aproximadamente quatro horas, realizadas, em média, três vezes por semana.

“Nossos pacientes não podem escolher deixar o tratamento para depois do jogo. A diálise é um procedimento essencial à vida. Por isso, buscamos fazer com que eles possam viver esse momento tão importante para os brasileiros sem abrir mão da própria saúde. Pequenas ações de acolhimento ajudam a tornar a experiência mais leve e reforçam que o cuidado também passa pelo bem-estar emocional”, afirma Bruno Zawadzki, Vice-Presidente Médico da DaVita Tratamento Renal.

Segundo Zawadzki, que é médico nefrologista, iniciativas como essa também fortalecem o vínculo entre pacientes e equipes assistenciais.

“Quando pacientes e profissionais assistem juntos a uma partida, comemoram um gol ou simplesmente compartilham aquele momento de torcida, criamos um ambiente mais humano. Isso contribui para que o tratamento seja vivido com mais leveza e fortalece a relação de confiança construída ao longo dos anos.”

Uma rotina que não pode esperar

Pacientes em hemodiálise realizam, em média, três sessões semanais, com duração aproximada de quatro horas cada. O procedimento substitui parcialmente a função dos rins, removendo o excesso de líquidos e toxinas do organismo.

A interrupção das sessões pode provocar acúmulo de líquidos, alterações graves nos níveis de potássio, sobrecarga cardíaca e outras complicações potencialmente fatais.

“A hemodiálise não pode ser interrompida por causa de um evento esportivo. O desafio das equipes é garantir que o tratamento aconteça com segurança, mas sem abrir mão do acolhimento e da qualidade da experiência do paciente”, explica o médico Bruno Zawadzki.

Humanização também faz parte do tratamento

As ações mobilizam médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, nutricionistas, psicólogos, assistentes sociais e demais profissionais das clínicas. Em diversas unidades, a iniciativa já se tornou tradição durante grandes competições esportivas e é aguardada pelos próprios pacientes.

“Para quem passa boa parte da semana em tratamento, conseguir viver um momento que mobiliza todo o país faz diferença. O futebol aproxima pessoas, cria conversas e gera boas lembranças. É uma forma de mostrar que a doença não precisa impedir alguém de participar de um dos maiores rituais coletivos da cultura brasileira”, afirma o médico Bruno Zawadzki.

A DaVita Tratamento Renal

No Brasil, a DaVita atende mais de 28 mil pacientes e conta com uma equipe formada por mais de 8 mil profissionais de saúde, distribuídos em mais de 125 unidades localizadas em 19 estados e no Distrito Federal. Globalmente, a DaVita opera cerca de 3 mil clínicas de diálise, reúne mais de 75 mil colaboradores e presta assistência a aproximadamente 280 mil pacientes em 15 países: Estados Unidos, Alemanha, Brasil, China, Colômbia, Malásia, Polônia, Portugal, Singapura, Arábia Saudita, Reino Unido, Japão, Panamá, Chile e Equador. Ao unir excelência clínica e humanização, a DaVita reforça o seu compromisso de oferecer não apenas um tratamento de qualidade, mas também experiências que contribuam para o bem-estar físico e emocional dos pacientes, mostrando que nem mesmo uma sessão de diálise precisa impedir alguém de viver a emoção de torcer pelo Brasil.



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Trabalhadores nascidos em setembro e outubro recebem abono salarial

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Os trabalhadores nascidos em setembro e em outubro que ganharam até R$ 2.766 com carteira assinada em 2024 recebem nesta quarta-feira (15) o abono salarial de 2026. Neste quarto lote, serão liberados R$ 5,4 bilhões para 4.339.996 beneficiários.

O valor do benefício varia de R$ 136 a R$ 1.621, conforme a quantidade de meses trabalhados em 2024 . O calendário segue de forma escalonada ao longo de 2026, de acordo com o mês de nascimento.

Quem recebe neste lote

Do total de contemplados em maio:

• 3.840.487 são trabalhadores da iniciativa privada, inscritos no Programa de Integração Social (PIS), com pagamento feito pela Caixa Econômica Federal, somando R$ 4,8 bilhões;

• 499.509 são servidores públicos, inscritos no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), pagos pelo Banco do Brasil, com total de cerca de R$ 600 milhões.

Quem tem direito ao Abono Salarial

Tem direito ao benefício o trabalhador que:

• Está inscrito no Pis/Pasep há pelo menos cinco anos;

• Trabalhou com carteira assinada por no mínimo 30 dias em 2024;

• Recebeu remuneração média mensal de até R$ 2.766 no ano-base;

• Teve os dados corretamente informados pelo empregador no e-Social.

Instituído pela Lei nº 7.998/90, o abono salarial pode chegar até a um salário mínimo, proporcional ao período trabalhado. Os recursos vêm do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), com a habilitação feita pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

Como o pagamento é feito

Para trabalhadores da iniciativa privada (PIS)

• A Caixa Econômica Federal realiza o pagamento prioritariamente por:

• Crédito em conta corrente ou poupança da Caixa;

• Depósito em Poupança Social Digital, movimentada pelo aplicativo Caixa Tem.

Quem não possui conta pode sacar:

• Com Cartão Social e senha em lotéricas, caixas eletrônicos e correspondentes CAIXA Aqui;

• Nas agências, com documento oficial com foto;

• Sem cartão, por meio de biometria cadastrada.

Para servidores públicos (Pasep)

O Banco do Brasil faz o pagamento por:

• Crédito em conta bancária;

• Transferência via TED ou Pix;

• Saque presencial nas agências, para quem não é correntista e não possui chave Pix.

Como consultar

Os trabalhadores podem verificar informações sobre valor, data e habilitação pelos seguintes canais:

• Aplicativo Carteira de Trabalho Digital;

• Portal Gov.br;

• Telefone 158 (Ministério do Trabalho);

• Aplicativos Caixa Tem e Benefícios Sociais Caixa;

• Atendimento Caixa ao Cidadão: 0800-726-0207.

A expectativa é que, em 2026, cerca de 22,2 milhões de trabalhadores recebam o abono salarial.



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