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Silva Gym chega a Minas Gerais com investimento de R$ 7 mi

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O Vale do Sereno, em Nova Lima, está prestes a ganhar a primeira academia de uma franquia ainda inédita em Minas Gerais. A Silva Gym, uma rede de academias criada no Rio de Janeiro há apenas três anos e conhecida como a academia das estrelas, surgiu com um modelo de negócio que já registra crescimento acima dos padrões de mercado.

Para tirar o projeto do papel, serão investidos R$ 7 milhões em equipamentos e infraestrutura. A previsão é de que em agosto seja inaugurada sua primeira unidade em solo mineiro. O valor reflete o padrão de infraestrutura e serviços que a franquia planeja entregar.

O modelo adotado pela rede difere do formato convencional de academias, em que os alunos compartilham equipamentos sem agendamento. A Silva Gym oferece uma concepção super premium, que aposta na exclusividade e no acompanhamento ativo dos professores.

“A Silva Gym tem esta diferença. Em vez de congestionar a academia e deixar que todo mundo se vire com o revezamento dos equipamentos, ela trabalha com hora marcada e exclusividade. São no máximo três alunos para cada personal training, mantendo um ambiente que seja leve e funcional para todo mundo. E isso permite também que o instrutor acompanhe cada aluno o tempo todo”, explica Túlio Cária, um dos sócios que estão trazendo a Silva Gym a Nova Lima.

No amplo espaço de 1.142 m² que está sendo erguido no Vale do Sereno, área nobre da cidade, também haverá um clube de saúde, spinning, estação de esteira para cardio, sala de musculação e um exclusivíssimo café. Segundo Lucas Menezes, o objetivo é oferecer um atendimento completo, que faça o usuário se sentir acolhido num ambiente onde ele possa treinar em paz. “O que está sendo implementado é uma inovação no mercado. O foco primordial é na qualidade, não na quantidade. O aluno agenda o horário da sua preferência pelo aplicativo, otimizando sua experiência de treino”, garante o sócio proprietário.

Expansão em vista

Embora o projeto da primeira academia em Nova Lima ainda esteja em andamento, os sócios da Silva Gym no estado já deram início a um plano ousado: chegar a 10 unidades instaladas até 2028, promovendo uma forte expansão também em Belo Horizonte, Juiz de Fora e Uberlândia. A estimativa é de investimentos na ordem de R$ 70 milhões.

“Estamos confiantes no sucesso da academia, justamente porque ela traz propostas inovadoras. Aliamos a isso o fato de que Minas está entre os mercados mais importantes do setor. Não se trata de mais uma academia sendo aberta em mais um lugar qualquer. É um reposicionamento do mercado, com respostas firmes às demandas dos usuários”, pontua Tulio Cária.

“Temos um projeto sólido em andamento. Por já termos frequentado diversos outros locais e por conhecermos, como clientes, as dores que os frequentadores enfrentam, resolvemos apostar na Silva Gym. Ela reúne o que há de melhor em termos de espaço e de estrutura na hora de treinar”, finaliza.



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Acessibilidade na CASACOR SP garante experiência para PCDs

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A CASACOR São Paulo 2026, a maior mostra de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas, realizará nesta edição um conjunto de ações voltadas à acessibilidade, atendendo visitantes com deficiência motora, visual e auditiva. O evento, realizado de 10 a 20 de outubro de 2026 no Centro de Exposições da cidade, contará com percursos adaptados, rampas, elevadores, banheiros acessíveis e recursos de comunicação na Língua Brasileira de Sinais (Libras), seguindo as diretrizes do Desenho Universal e mantendo a certificação da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) obtida nos três últimos anos.

O percurso acessível inclui rampas de inclinação adequada, circulação livre para cadeiras de rodas e elevadores que dão acesso a sete ambientes diferentes. Cada um desses espaços recebeu equipamentos de acessibilidade que permitem a visita a mezaninos e aos níveis superiores sem comprometer o conceito arquitetônico dos projetos. Nove banheiros foram adaptados, oferecendo cabines exclusivas, áreas familiares e, em alguns casos, instalações para crianças e pessoas de baixa estatura.

Diversos projetos da mostra incorporam recursos de acessibilidade como parte da linguagem dos ambientes. Entre eles, destaca‑se o “Nota em Linhas”, de Rafaella Manso, que dispõe de elevador para o pavimento superior; o Restaurante Raiz, de Marta Martins, que integra soluções de acessibilidade ao seu layout; “A Poética do Ritmo”, de Isabella Nalon, concebido para receber visitantes por meio de elevador; e a Casa da Marcenaria Brasileira, de João Panaggio, equipada com plataforma elevatória para percursos completos. Outros ambientes, como o banheiro Galeria (Carlos Navarro) e o Spa Raízes (Marcos Serrano Miralles), também contam com adaptações específicas.

Além das adaptações físicas, a edição 2026 oferece recursos para pessoas com deficiência visual e auditiva. Mapas táteis, audiodescrição e carrinhos motorizados estão disponíveis ao longo do circuito. O atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para visitantes surdos é realizado em parceria com a ICOM, empresa especializada em comunicação acessível.

A CASACOR recebeu, pelo terceiro ano consecutivo (2024‑2026), o Selo de Acessibilidade da CPA, em razão de recursos como rampas, elevadores, mapas táteis e audiodescrição. Darlan Firmato, Diretor de Operações da CASACOR São Paulo, afirmou que a preocupação com a inclusão tem mais de duas décadas: “A CASACOR busca ser acessível há 21 anos, carregando, nessa missão, pioneirismo e a obrigação universal de fazer da maior plataforma de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas um exemplo ao receber bem pessoas com deficiência motora, visual e auditiva”.

Silvana Cambiaghi, arquiteta e consultora de acessibilidade da mostra desde 2005, destacou que a acessibilidade não é tratada como adaptação pontual, mas como conceito integrado ao planejamento e à montagem dos ambientes: “Transformar a CASACOR em uma mostra acessível é um processo que começa muito antes da abertura ao público. A acessibilidade deve estar presente em todas as fases, do projeto à execução, com base nos princípios do Desenho Universal”, ressaltou, citando a participação do engenheiro Oswaldo Rafael Fantini e dos arquitetos Luis Fernando Estuqui e Marina Rangel.

A iniciativa reforça a trajetória iniciada em 2006, quando foram implementadas as primeiras adaptações – rampas, nivelamento de pisos, banheiros acessíveis e calçada tátil – e consolida a CASACOR como referência nacional em arquitetura universal.



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