Mato Grosso
Problema operacional paralisa voos em São Paulo
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Uma falha operacional provocou a suspensão de pousos e decolagens em aeroportos de São Paulo na manhã desta terça-feira (2), segundo informou o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea).
O problema afetou decolagens e aterrissagens nos aeroportos de Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, e de Congonhas, na capital.
Segundo o órgão do Comando da Aeronáutica, a falha foi uma “questão técnica externa”. Não foi informado quanto tempo durou a interrupção e nem o número de voos impactados.
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As partidas e chegadas já foram retomadas, segundo nota da Força Aérea Brasileira (FAB).
De acordo com o Decea, foram tomadas as medidas de segurança cabíveis, “cumprindo todos os requisitos internacionais”.
Há quase dois meses, a cidade de São Paulo passou por um problema parecido, quando todos os aeroportos do estado foram afetados durante cerca de uma hora.
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Rodoviários do Rio participam de audiência de conciliação
Rodoviários e patrões de empresas de ônibus da cidade do Rio de Janeiro participam nesta quarta-feira (15), às 11 h, de mais uma audiência de conciliação na sede do Tribunal Regional do Trabalho a 1ª Região (TRT-RJ) para chegar a um acordo sobre o reajuste da categoria.
A data-base dos rodoviários é 1º de julho. Para a campanha salarial em andamento, o Sindicato dos Rodoviários do Rio e o patronal Rio Ônibus já fizeram três rodadas de negociação no TRT-RJ, sem chegar a um acordo.
Durante as negociações mediadas pela Justiça do Trabalho, a categoria flexibilizou a reivindicação de reajuste salarial de 17% para 12% (dividido em parcelas), mas as empresas ofereceram 4,5%. Antes, o Rio Ônibus havia ofertado 4,39%.
O desembargador Gustavo Tadeu Alkmim, da Seção Especializada em Dissídios Coletivos (Sedic), pediu que os patrões aumentem a oferta de reajuste para 5%, o mesmo valor pago as categorias de rodoviários das cidades de Duque de Caxias e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.
Paralisação
No dia 27 de junho, o Sindicato dos Rodoviários ajuizou o dissídio coletivo de greve e de natureza econômica. Na mesma data, o TRT-RJ, considerou a greve legal e concedeu liminar autorizando o início da paralisação. Determinou a manutenção de, no mínimo, 50% da frota operacional em cada linha e itinerário, sob pena de multa de R$ 50 mil em caso de descumprimento da medida.
Dois dias depois, no dia 29 de junho, os rodoviários do município do Rio de Janeiro iniciaram a paralisação. No dia 2 de julho, suspenderam o movimento, a pedido do TRT-RJ, mantendo o estado de greve, para que o sindicato patronal aumentasse a proposta de reajuste, mas não houve acordo.
Entre as principais reivindicações da categoria estão reajuste salarial, valorização dos pisos remuneratórios, ampliação do auxílio-alimentação para R$ 1 mil e o pagamento do intervalo para refeição como hora extraordinária.
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