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Polícia

Polícia Civil cumpre ordens judiciais contra faccionados envolvidos com tráfico e lavagem de dinheiro em Porto dos Gaúchos

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Polícia

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta terça-feira (20.10), a Operação Factio Deleta, para cumprimento de ordens judiciais com foco na desarticulação de uma facção criminosa investigada por tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e crimes conexos, no município de Porto dos Gaúchos.

Na operação, foram cumpridos 16 mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça com base em investigações conduzidas pela Delegacia de Porto dos Gaúchos. As ordens judiciais foram cumpridas nas cidades de Campo Verde, Primavera do Leste, Chapada dos Guimarães e em Porto dos Gaúchos.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

Três pessoas foram presas em flagrante, duas delas por posse ilegal de arma de fogo, nos municípios de Porto dos Gaúchos e Campo Verde. Um terceiro alvo foi preso em Chapada dos Guimarães pelos crimes de extorsão, tráfico de drogas, posse ilegal de arma de fogo de uso permitido e lavagem de dinheiro.

Durante as buscas, foram recolhidos materiais e informações que contribuirão para o andamento das investigações.

O cumprimento das ordens judiciais contou com apoio de delegacias da Regional de Juína: Delegacias de Polícia de Colniza, Aripuanã, Tabaporã, Juara e equipe da Delegacia Regional de Juína; Regional de Primavera do Leste: Delegacia de Polícia de Primavera do Leste; Regional de Cuiabá: Delegacia de Polícia de Chapada dos Guimarães.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

As investigações continuam em andamento para o aprofundamento dos fatos e identificação de outros possíveis integrantes do grupo criminoso.

Nome da Operação

O nome Factio Deleta, expressão cujo significado é facção destruída, faz referência à ação da Polícia Civil que tem como foco a desarticulação da facção criminosa.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

 



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Polícia

Polícia Civil deflagra 2ª fase de operação contra rede de aliciamento de menores em Comodoro

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A Polícia Civil deflagrou, nesta quinta-feira (22.10), a segunda fase da Operação Scutum Innocentia, para cumprir cinco mandados de busca e apreensão contra investigados por integrar uma rede de aliciamento e abuso sexual de menores de 14 anos em Comodoro.

As diligências foram cumpridas por equipes da Delegacia de Comodo na zona rural do município, com o objetivo de apreender aparelhos celulares, computadores e demais dispositivos eletrônicos que possam comprovar o envolvimento dos investigados nos crimes apurados.

As medidas foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Cáceres, que também autorizou a extração integral dos dados dos aparelhos apreendidos.

A investigação teve início em agosto de 2025, após a Polícia Civil tomar conhecimento de que menores de 14 anos estavam sendo vítimas de abuso sexual. A análise de dados de aparelhos celulares revelou milhares de mensagens trocadas por meio de redes sociais, com conteúdo de aliciamento, pedidos de fotografias íntimas e convites para encontros de natureza sexual.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

Os investigados, todos homens adultos, se aproximavam das vítimas por meio de perfis em redes sociais e mantinham contato frequente, que evoluía para conversas de cunho sexual explícito, pedidos de fotografias íntimas e de áudios, envio de imagens impróprias e convites para encontros, inclusive com mais de uma pessoa.

A apuração identificou o uso de perfis alternativos e de linhas telefônicas e contas de e-mail registradas em nome de terceiros, além de mensagens apagadas após o contato com as vítimas, o que, para a investigação, indica tentativa de dificultar a identificação dos autores e de eliminar provas.

Um dos perfis usados nas conversas teve a titularidade atribuída a pessoas diferentes ao longo das oitivas, e a identificação do seu verdadeiro usuário é um dos objetivos desta fase.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

Operação Scutum Innocentia

Na primeira fase da operação, realizada em outubro de 2025, foram cumpridos mandados de busca contra cinco investigados, que admitiram, em diferentes graus, ter mantido conversas com as adolescentes pelas redes sociais.

Parte deles reconheceu ter solicitado fotografias íntimas ou áudios das vítimas, e um deles admitiu ter enviado imagem própria com partes do corpo expostas.

O aprofundamento das apurações permitiu identificar novos suspeitos, alvos desta segunda etapa. Até o momento, ao menos 10 pessoas foram identificadas como envolvidas na rede, e as diligências desta fase também buscam identificar outros possíveis participantes.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

Os investigados poderão responder, conforme a participação de cada um, pelos crimes de estupro de vulnerável e aliciamento de criança ou adolescente por meio de comunicação para a prática de ato libidinoso, sem prejuízo de outros delitos previstos no ECA que venham a ser constatados com a perícia dos aparelhos.

“Eu quero reforçar o compromisso permanente da Polícia Civil com a proteção de crianças e adolescentes e orientar pais e responsáveis a acompanharem o uso de celulares e redes sociais pelos filhos, evitando a aproximação de criminosos sexuais”, disse o delegado titular de Comodoro Mateus Almeida Oliveira Reiners.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
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