Polícia
Polícias Militar e Civil prendem dupla de faccionados por homicídio de mulher em Aripuanã
Polícia
Equipes da Polícia Militar e Polícia Judiciária Civil prenderam dois homens faccionados, ambos de 27 anos, pelo sequestro e homicídio de Ana Beatriz Silva Lopes, de 22 anos, em Aripuanã. Os criminosos foram detidos em flagrante, nesta quarta-feira (3.6), no mesmo local onde o corpo da vítima foi encontrado.
De acordo com as informações da ocorrência, as equipes receberam denúncias de que uma mulher havia sido sequestrada por membros de uma facção criminosa, no Distrito de Conselvan, e levada para a cidade de Aripuanã.
Nas diligências investigativas, os policiais descobriram que a vítima teria sido levada a um local que servia como boate. As equipes seguiram ao endereço e perceberam uma movimentação suspeita, além de receberam informações de testemunhas sobre a atividade criminosa realizada no estabelecimento.
Diante da situação, os policiais militares e civis entraram no local e, primeiramente, encontraram o corpo da vítima Ana Beatriz caído no chão e enrolado por um lençol, sem sinais de vida.
Os dois suspeitos também foram encontrados no interior do imóvel, um deles tentou fugir, mas ambos foram detidos. Sobre o crime, eles afirmaram que chegaram com a vítima no período do manhã e que mantiveram Ana Beatriz sob tortura até sua morte.
Os homens foram conduzidos para a delegacia de Aripuanã para registro da ocorrência e demais providências. O caso segue em investigação pela Polícia Judiciária Civil do município.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
Polícia
Polícia Civil cumpre mandados contra advogados suspeitos de falsificar de decisão judicial para favorecer líder de facção
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagra, nesta quarta-feira (28.10), a Operação Reescrita, para o cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão contra três advogados investigados por suspeita de falsificação de documento público, uso de documento falso e integração em organização criminosa.
As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela por meio da Gerência de Combate ao Crime Organizado e da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (GCCO/Draco),
As buscas são realizadas em quatro endereços na Capital, sendo três delas nas residencias dos investigados e a quarta em um escritório de advocacia. O cumprimento das medidas é acompanhado por representantes da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT).
Investigação
As investigações iniciaram após a GCCO/Draco tomar conhecimento de uma suposta decisão judicial que determinava estudos específicos de comportamento que beneficiassem e flexibilizasse a vinda um criminoso, apontado com vice-presidente de uma facção criminosa, preso da Penitenciária Federal de Catanduvas, no Paraná, para a Penitenciária Central do Estado (PCE), em Mato Grosso, antes do término do prazo de permanência estabelecido em decisão judicial anterior.
Segundo os elementos apurados, em junho de 2025, foi apresentado um pedido judicial para a transferência do preso. Meses depois, em dezembro do mesmo ano, dois dos advogados investigados compareceram ao gabinete de uma unidade judicial em Cuiabá e solicitaram providências relacionadas ao cumprimento de uma suposta decisão, que teria sido proferida em novembro de 2025.
Na ocasião, eles apresentaram uma cópia do documento, posteriormente encaminhada por um dos advogados investigados ao contato institucional do gabinete. Durante a verificação, servidores da unidade judicial constataram que a decisão não havia sido proferida pelo magistrado e não estava registrada no processo.
Também foram identificadas inconsistências no documento, incluindo um código de validação vinculado a outro processo e diferenças em relação aos padrões dos documentos oficiais do sistema eletrônico de execução penal. A análise técnica do arquivo apontou indícios de edição externa.
Os elementos reunidos nas investigações demonstraram que uma das investigadas teria participado da elaboração ou edição do documento, enquanto os outros dois advogados teriam atuado na apresentação e utilização do arquivo perante o Poder Judiciário.
Ordens judiciais
Diante das evidências, foi representado pelos mandados de busca e apreensão contra os investigados com o fim de esclarecer a origem do documento, as circunstâncias de sua produção e circulação e a participação individual dos envolvidos.
As buscas têm como objetivo localizar celulares, computadores, notebooks e outros dispositivos eletrônicos, além de documentos e mídias que possam contribuir para o esclarecimento dos fatos.
Nome da operação
O nome Reescrita faz referência à suspeita de que uma decisão judicial já existente, relacionada à permanência do preso em penitenciária federal, teria sido utilizada como referência para produzir um novo documento, que teria sido reescrito pelos investigados, atribuindo-lhe outro sentido e simulando uma decisão posterior que autorizaria o recambiamento do custodiado para Mato Grosso.
-
Mato Grosso6 dias atrásSaiba como uma ideia pode se transformar em lei
-
Mato Grosso5 dias atrásMega-Sena acumula para R$ 230 milhões; confira os números sorteados
-
Justiça5 dias atrásPGR dá parecer contra pedido de acesso a registro de Vorcaro no Senado
-
Sinop7 dias atrásProcon Sinop alcança índice de 80% de conciliação e reforça credibilidade junto a consumidores e empresas
-
Mato Grosso5 dias atrásCattani cobra solução para sistema florestal e cancelamentos de CAR de pequenos produtores
-
Política6 dias atrásNunes Marques suspende postagens ilegais contra campanha de Lula
-
Polícia6 dias atrásPolícia Civil prende autor de roubo à joalheria e mulher envolvida no tráfico de drogas em Lucas do Rio Verde
-
Várzea Grande5 dias atrásAlessandro cobra explicações sobre suspensão de projeto social no Flor do Ipê — Câmara Municipal