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Fraiha entrega San Paolo e prepara lançamentos em Moema

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A Fraiha Incorporadora inicia o segundo semestre de 2026 com movimentos simultâneos em três frentes: a entrega do San Paolo, empreendimento residencial de alto padrão no Alto de Pinheiros, a chegada de duas novas lideranças ao time executivo e a preparação para dois lançamentos em Moema, previstos para o final do ano.

A empresa anunciou a nomeação de Gabriela von Gal Pinheiro como diretora de vendas e a chegada de Juliana Vidal como gerente de marketing, duas contratações que ampliam a presença feminina em cargos de liderança e reforçam uma estrutura em evolução. Gabriela, que havia ingressado recentemente como Superintendente de Parcerias, assume agora a direção de uma área que retorna ao organograma com posição própria. Com mais de 20 anos de experiência, incluindo atuação internacional na Alemanha e passagens por Private Equity e pelos segmentos de compactos e alto padrão, a executiva traz uma leitura transversal que conecta relacionamento, mercado e estratégia comercial.

À frente do Marketing, Juliana Vidal soma duas décadas de atuação no setor imobiliário, com experiência em branding e comunicação para lançamentos de alto padrão em escritórios de arquitetura, agências e incorporadoras, com passagens por Cyrela e One Innovation. Para o CEO Marcelo Fraiha, as contratações refletem o estágio atual da empresa. “Aos 54 anos, a Fraiha segue inovando e buscando excelência. Essas contratações trazem novas perspectivas de gestão e visão de negócio para um momento de crescimento”, afirma.

A entrega do San Paolo

Recém-entregue na Rua Vupabussu, no Alto de Pinheiros, o San Paolo marca um capítulo relevante na trajetória da incorporadora. Assinado pela PSA Arquitetura, com design de interiores de Fernanda Marques, o empreendimento tem 120 metros de altura, terreno de 3.121 m² e unidades de 277 e 342 m², com três, quatro ou cinco suítes.

O projeto reúne programa de lazer com quadra de tênis rápida, com acabamento em cushion certificado pela Federação Internacional de Tênis, piscina coberta aquecida com correnteza, spa com hidromassagem, coworking, espaço teen e terraço social. Entre os diferenciais técnicos estão gerador full para 100% do edifício, sistema de aquecimento solar central, reuso de águas pluviais, ponto para carregador de carro elétrico por apartamento e caixilhos com nível superior de desempenho acústico, térmico e lumínico.

A entrega foi celebrada com o San Paolo Tennis Experience, evento que inaugurou a quadra com clínica conduzida por ex-tenistas profissionais do circuito mundial e talk mediado por André Ghem, comentarista esportivo da ESPN. O encontro reuniu futuros moradores, convidados e atletas como André Sá, Dadá Vieira, Pablo Albano e Roxane Waisemberg, em conversa sobre tênis, resiliência e os valores que o esporte desenvolve dentro e fora da quadra.

Breves lançamentos em Moema

A Fraiha prepara dois lançamentos simultâneos em Moema, previstos para final de 2026, em endereços que integram um dos bairros mais consolidados de São Paulo. “São projetos tão importantes que, pela primeira vez, trazem o nome da Fraiha no próprio nome dos empreendimentos”, ressalta Marcelo Fraiha. “O intuito foi reforçar a qualidade, tradição e sofisticação da marca nesse novo momento”, completa.

O primeiro ocupa a confluência entre a Avenida Chibarás e a Alameda dos Maracatins, com arquitetura assinada por Pablo Slemenson, da PSA Arquitetura. O projeto parte da esquina como elemento estruturador e propõe uma relação ativa entre o edifício e o entorno urbano. São 48 unidades de 194 m² com três suítes e duas a quatro vagas, organizadas em plantas livres e flexíveis. O segundo empreendimento está localizado no cruzamento da Alameda dos Jurupis com a Avenida Moema, com arquitetura de Jonas Birger. O projeto oferece duas tipologias: 103 m² com duas suítes e 166 m² com três suítes.

Ambos os projetos oferecem curadoria de Tânia Ginjas na experiência de wellness, proporcionando o novo conceito de wellbeing, mais integrativo e intensivo nas opções de autocuidado e relaxamento. O paisagismo é de Benedito Abbud e o design de interiores, de Paula Aveiro.

Ao longo de mais de cinquenta anos de atuação, a Fraiha consolidou uma forma própria de operar: uma incorporadora boutique com portfólio calibrado, presença em cada etapa do projeto e atenção aos detalhes, da escolha do endereço à tonalidade da quadra de tênis. Um ritmo que não compete com o volume, mas explica a qualidade de cada entrega.



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Geração solar chega a 55 GW e vira 2ª maior fonte

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A geração de energia solar superou a marca de 55 gigawatts (GW) de potência instalada operacional no Brasil. O setor adicionou 1,6 GW ao sistema nacional nos primeiros meses do ano, conforme dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). Com este volume, a tecnologia fotovoltaica representa 22,2% de toda a capacidade instalada da matriz elétrica nacional. Portanto, consolidando-se como a segunda maior fonte de energia do país.

A maior fatia do setor provém da geração própria de energia solar — instalada em telhados e terrenos —, que soma 37,6 GW em cerca de cinco milhões de imóveis. O restante, que equivale a 17,6 GW, tem origem nas grandes usinas fotovoltaicas conectadas diretamente ao Sistema Interligado Nacional (SIN). De acordo com o balanço, os consumidores instalaram mais de 147 mil novos sistemas solares no primeiro trimestre do ano. Logo, expandindo o atendimento para 228,7 mil propriedades.

Anderson Oliveira, que atua diretamente no direcionamento estratégico e na expansão da tecnologia fotovoltaica, valida o crescimento do setor a partir do acompanhamento das demandas do mercado nacional. Como CEO Operacional do Grupo EcoPower Eficiência Energética, Anderson lidera a execução e a logística técnica de grandes projetos, conectando o avanço estatístico da matriz à realidade prática de milhares de consumidores. Em análises técnicas publicadas no portal EcoPower Notícias, o executivo correlaciona o aumento da eficiência dos sistemas à necessidade de redução de custos e otimização do consumo de energia no país.

O impacto dos projetos fotovoltaicos no consumo

“A EcoPower atua no desenvolvimento, instalação e manutenção de projetos fotovoltaicos personalizados para residências, empresas, indústrias e propriedades rurais. Ao instalar painéis solares, o consumidor passa a produzir a própria eletricidade a partir da luz do sol, reduzindo a dependência da rede de distribuição convencional em até 95%. Além da durabilidade do produto, com cerca de 25 anos”, destaca Anderson.

Assim, as estatísticas setoriais indicam que o segmento fotovoltaico gerou mais de R$ 251,1 bilhões em investimentos acumulados desde 2012. Além disso, a atividade impulsionou a criação de 1,6 milhão de empregos verdes e gerou uma arrecadação tributária superior a R$ 78 bilhões. Em termos ambientais, o uso da tecnologia evitou a emissão de 66,6 milhões de toneladas de gás carbônico (CO²) na atmosfera.

Diante desses indicadores econômicos e ambientais, Anderson avalia que o volume de investimentos e a abertura de postos de trabalho consolidam a relevância da tecnologia fotovoltaica e a conscientização da população para o desenvolvimento sustentável do país. “A energia solar vai de encontro a uma conscientização que é global: a sustentabilidade. Além dela, a economia que proporciona às famílias, às empresas, indústrias e propriedades rurais em suas contas de energia elétrica impulsiona a economia do país. O valor mensal economizado é investido em diversas áreas, como viagens, ampliações das empresas, novas tecnologias etc.”, afirma o executivo.

Distribuição de mercado e os desafios regulatórios

As residências lideram a fatia de unidades consumidoras abastecidas pela geração própria, representando 69,2% do total. Os estabelecimentos comerciais respondem por 18,4%, enquanto as propriedades rurais concentram 9,9%. No mapeamento regional, o estado de Minas Gerais ocupa a liderança nacional com mais de 900 mil imóveis operando com captação própria. O estado de São Paulo figura na segunda posição, com 756 mil instalações, seguido pelo Rio Grande do Sul, que contabiliza 468 mil sistemas homologados.

Apesar dos indicadores de crescimento, as entidades representativas apontam obstáculos regulatórios. A Absolar cita prejuízos decorrentes de cancelamentos de projetos pelas distribuidoras locais, além da ausência de ressarcimento financeiro aos investidores quando ocorrem cortes na geração de usinas centralizadas pela agência reguladora. No segmento de microgeração, as empresas enfrentam restrições sob o argumento técnico de inversão de fluxo na rede elétrica. Para solucionar os impasses estruturais, o setor defende atualizações no marco legal da micro e minigeração distribuída por meio de novas propostas legislativas no Congresso Nacional.



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