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Polícia Civil recupera motocicleta furtada em Alto Taquari

Publicado em

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A Polícia Civil de Mato Grosso localizou, na manhã desta quarta-feira (8.7), uma motocicleta que havia sido furtada do pátio da agência do Detran no município de Alto Taquari.

A recuperação ocorreu durante diligências realizadas pela equipe policial para localizar três veículos que haviam sido subtraídos do pátio do órgão, em 26 de junho de 2026. De acordo com a investigação, um servidor teria percebido a ação ao constatar que a porta dos fundos do prédio havia sido arrombada.

Na ocasião, foi verificado o furto de três motocicletas, sendo uma Yamaha/YBR 125E, uma Honda/CG 125 Fan KS e uma Honda/CG 125 Titan.

O crime foi registrado junto à Polícia Civil. Desde então, foram realizadas diligências com intuito de recuperar o veículo e identificar os possíveis autores do furto.

Localização

Uma equipe de investigadores conseguiu localizar um dos veículos furtados (Yamaha/YBR 125E). O veículo estava abandonado nos fundos de um quintal, sem algumas peças.

A motocicleta foi apreendida e encaminhada à Delegacia de Polícia Civil de Alto Taquari para os procedimentos legais e, posteriormente, procedida a baixa da restrição no sistema de veículos furtados e roubados.

As investigações prosseguem com o objetivo de localizar as demais motocicletas subtraídas, identificar os autores do furto e promover a responsabilização criminal dos envolvidos.



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Polícia Civil cumpre mandados contra advogados suspeitos de falsificar de decisão judicial para favorecer líder de facção

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagra, nesta quarta-feira (28.10), a Operação Reescrita, para o cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão contra três advogados investigados por suspeita de falsificação de documento público, uso de documento falso e integração em organização criminosa.

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela por meio da Gerência de Combate ao Crime Organizado e da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (GCCO/Draco),

As buscas são realizadas em quatro endereços na Capital, sendo três delas nas residencias dos investigados e a quarta em um escritório de advocacia. O cumprimento das medidas é acompanhado por representantes da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT).

Investigação

As investigações iniciaram após a GCCO/Draco tomar conhecimento de uma suposta decisão judicial que determinava estudos específicos de comportamento que beneficiassem e flexibilizasse a vinda um criminoso, apontado com vice-presidente de uma facção criminosa, preso da Penitenciária Federal de Catanduvas, no Paraná, para a Penitenciária Central do Estado (PCE), em Mato Grosso, antes do término do prazo de permanência estabelecido em decisão judicial anterior.

Segundo os elementos apurados, em junho de 2025, foi apresentado um pedido judicial para a transferência do preso. Meses depois, em dezembro do mesmo ano, dois dos advogados investigados compareceram ao gabinete de uma unidade judicial em Cuiabá e solicitaram providências relacionadas ao cumprimento de uma suposta decisão, que teria sido proferida em novembro de 2025.

Na ocasião, eles apresentaram uma cópia do documento, posteriormente encaminhada por um dos advogados investigados ao contato institucional do gabinete. Durante a verificação, servidores da unidade judicial constataram que a decisão não havia sido proferida pelo magistrado e não estava registrada no processo.

Também foram identificadas inconsistências no documento, incluindo um código de validação vinculado a outro processo e diferenças em relação aos padrões dos documentos oficiais do sistema eletrônico de execução penal. A análise técnica do arquivo apontou indícios de edição externa.

Os elementos reunidos nas investigações demonstraram que uma das investigadas teria participado da elaboração ou edição do documento, enquanto os outros dois advogados teriam atuado na apresentação e utilização do arquivo perante o Poder Judiciário.

Ordens judiciais

Diante das evidências, foi representado pelos mandados de busca e apreensão contra os investigados com o fim de esclarecer a origem do documento, as circunstâncias de sua produção e circulação e a participação individual dos envolvidos.

As buscas têm como objetivo localizar celulares, computadores, notebooks e outros dispositivos eletrônicos, além de documentos e mídias que possam contribuir para o esclarecimento dos fatos.

Nome da operação

O nome Reescrita faz referência à suspeita de que uma decisão judicial já existente, relacionada à permanência do preso em penitenciária federal, teria sido utilizada como referência para produzir um novo documento, que teria sido reescrito pelos investigados, atribuindo-lhe outro sentido e simulando uma decisão posterior que autorizaria o recambiamento do custodiado para Mato Grosso.

 

 



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