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rotina pode afetar a barreira cutânea

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O impacto de uma rotina moderna vai muito além do cansaço físico e mental, deixando marcas visíveis e invisíveis, inclusive na pele. Estresse constante, noites mal dormidas, exposição à poluição, luz azul e variações de temperatura podem contribuir para o desequilíbrio da barreira cutânea, estrutura essencial para a proteção e a hidratação do maior órgão do corpo.

Evidências publicadas no International Journal of Dermatology apontam que o estresse psicológico e a privação de sono estão diretamente associados ao desequilíbrio da pele. Esse conjunto de fatores tem sido associado ao que especialistas chamam de “pele estressada”, um estado em que a função de defesa da barreira cutânea fica comprometida, favorecendo sinais como ressecamento, sensibilidade, opacidade, além de maior predisposição a condições inflamatórias, como acne e dermatites.

De acordo com a médica dermatologista, Dra. Paula Belotti (CRM-RJ 52610361/RQE 32718), essa barreira funciona como um escudo natural, essencial para manter a hidratação e proteger a pele de agressões externas. “Quando exposta de forma contínua a fatores como estresse oxidativo e agentes ambientais, a pele perde sua capacidade de proteção e equilíbrio, o que impacta diretamente sua saúde e aparência”, explica.

O impacto do estilo de vida no relógio biológico da pele

É importante destacar que a pele também possui um relógio biológico. Durante o dia, ela precisa lidar com poluição e radiação, enquanto à noite entra em um ciclo de regeneração e reparo. Assim, acompanha o ritmo do organismo, alternando momentos de defesa e de recuperação.

Porém, o que muitas pessoas não sabem é que alterar esse ciclo natural, conhecido como “ciclo circadiano”, pode comprometer a capacidade de regeneração. Como resultado, a pele se torna mais vulnerável e propensa a sinais visíveis de desgaste, intensificando o envelhecimento.

O papel da tecnologia antioxidante

Diante deste cenário, a dermatologia tem avançado no desenvolvimento de soluções voltadas à defesa cutânea diante dessas agressões diárias. “Os antioxidantes, por exemplo, são substâncias que ajudam a neutralizar os radicais livres, que são gerados por fatores como poluição e radiação”, ressalta a médica.

Dentre as opções disponíveis, destaca-se o complexo antioxidante Gallic-AOX Power, que associa ácido gálico e vitamina E para ajudar a reduzir o estresse oxidativo e proteger a pele contra danos ambientais.

“A combinação desses ativos reduz o estresse oxidativo, um dos principais fatores associados ao envelhecimento precoce e à perda de vitalidade da pele, contribuindo para a saúde cutânea”, detalha Dra. Paula Belotti.

Para o influenciador de lifestyle Theodoro (@theodoro), o impacto da rotina acelerada é perceptível. “Com a correria do dia a dia, pouco tempo de descanso e muita exposição, é normal que a pele sinta os impactos. Eu mesmo percebo diferença quando não cuido direito — ela fica mais cansada, sem viço. Por isso, comecei a usar produtos com ativos que realmente fazem a diferença, como os Séruns AM/PM de Cetaphil”, comenta.

Os produtos mencionados são o Cetaphil Advanced Defense Serum (AM) e o Cetaphil Repair Serum (PM), novidades da marca com a exclusiva tecnologia Gallic-AOX Power. Desenvolvida para atuar em sintonia com o relógio biológico da pele, a dupla promove proteção ao longo do dia e reparação intensiva durante a noite.

Cetaphil Advanced Defense Serum 30ml protege contra os danos da poluição e ajuda na proteção preventiva e reparadora da exposição à luz azul. Além disso, deixa a pele aveludada, macia e hidratada desde o primeiro uso, reduzindo linhas finas a partir de três dias.

Cetaphil Repair Serum 30ml acelera em até 2x a recuperação da barreira cutânea, promovendo mais firmeza e elasticidade em 14 dias. Também torna as linhas finas menos visíveis desde a primeira aplicação.

Vale ressaltar que, antes de iniciar os cuidados com qualquer produto, é importante consultar um médico dermatologista.



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Ensino da dança é tema de seminário nacional em Paracuru

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Reflexões sobre os novos paradigmas do ensino da dança na contemporaneidade entram em pauta no Seminário Nacional de Dança de Paracuru, que reunirá, na cidade litorânea do Ceará, localizada a 90 km da capital Fortaleza, profissionais de diversas partes do país, entre artistas, professores, pesquisadores e pensadores dessa arte. O evento acontecerá no Centro Cultural Companhia de Dança de Paracuru, de 13 a 15 de agosto, com debates sobre corpo, tecnologia, presença e diversidade. As atividades são gratuitas e devem ser realizadas diretamente no local.

O Seminário integra a Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), é realizado pelo Governo do Brasil, por meio do Ministério da Cultura, e pela Escola de Dança de Paracuru. Conta com apoio do Governo do Ceará, por meio da Secretaria da Cultura, e produção da Associação de Bailarinos de Paracuru.

Eixos temáticos

Cinco eixos temáticos vão conduzir as discussões: “Desacelerar como gesto político”, “O corpo como pensamento”, “Tecnologia, poder e corpo”, “Presença, vínculo e política do encontro” e “Corpos diversos, técnicas plurais”. A proposta é tensionar tradição e reinvenção, presença e mediação, corpo e tecnologia, reafirmando o tempo próprio da experiência corporal como espaço de resistência e criação.

Convidados

O Seminário Nacional de Dança de Paracuru trará à cidade de Paracuru alguns dos mais proeminentes pensadores do ensino da dança no Brasil da atualidade. Entre os convidados confirmados estão nomes de destaque no cenário nacional, como Rousejanny Ferreira (Instituto Federal de Goiás), Robson Lourença (Universidade Anhembi Morumbi), Gilsamara Moura (Universidade Federal da Bahia – UFBA e Festival Internacional de Dança de Araraquara – FIDA), Daniela Amoroso (UFBA), Denise Parra (Instituto de Cultura e Arte da Universidade Federal do Ceará – ICA/UFC), Ernesto Gadelha (Secult-CE), Isabelle Pitta Rocha (Universidade Federal de Alagoas – UFAL), além das professoras Cláudia Pires e Bilica Léo (Porto Iracema das Artes).

Para o bailarino e professor Flávio Sampaio, fundador da Escola de Dança de Paracuru e coordenador geral do evento, a realização do Seminário surge a partir da ideia de que o ensino da dança insiste em um tempo que não se acelera sem perdas, que não se reduz à lógica da eficiência e que não se resolve na esfera da compreensão intelectual. “O corpo precisa repetir, falhar, insistir. Precisa demorar”, defende. “Interessa-nos menos adaptar a dança ao ritmo do mundo e mais compreender o que a dança resiste em não se tornar. Há, no corpo que aprende, uma inteligência que não se apressa. Há, no gesto que se forma, um tempo que não se negocia”, acrescenta. A questão, segundo Flávio Sampaio, talvez não seja como ensinar mais rápido, mas como seguir ensinando aquilo que só o tempo pode revelar.

O seminário é uma oportunidade para profissionais e estudantes de dança compartilharem experiências, debates e práticas, contribuindo para a formação de um olhar crítico e contemporâneo sobre a arte da dança.

Sobre a Escola de Dança de Paracuru

Fundada em 2003 por Flávio Sampaio e reconhecida como Ponto de Cultura desde 2020, a Escola de Dança de Paracuru tem como missão formar bailarinos e capacitar profissionais da dança, com foco especial em crianças e jovens das classes populares. Com uma grade curricular de oito anos e mais de 2.400 horas/aula, a escola oferece cursos regulares e livres, promovendo não apenas a técnica, mas também o desenvolvimento humano, a consciência corporal e a reflexão crítica. Além da dança, os alunos têm contato com teatro, música, artes plásticas e história, recebendo uma formação cultural ampla e transformadora.



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