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Mato Grosso

Frente fria avança pela Região Sul e sudeste da Amazônia

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Mato Grosso

Nesta sexta-feira (3) uma frente fria deve avançar sobre o Sul do país, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) . As temperaturas devem cair nessa região e a queda deve ser sentida, também, no Mato Grosso do Sul, sul e centro-oeste do Mato Grosso e parte do sudoeste da Amazônia, o que evidencia um novo episódio de friagem.

As mínimas ficam abaixo de zero em áreas do centro-sul do Rio Grande do Sul onde haverá geada principalmente na Campanha Gaúcha.

No sábado (4), o frio se mantém, especialmente nos estados do Sul, onde as mínimas variam entre –5°C e –8°C em algumas localidades do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Nessas áreas, haverá condições para geada generalizada entre a madrugada e nas primeiras horas da manhã.

As temperaturas devem cair também em áreas do leste da Região Sudeste. As temperaturas máximas, amanhã, começam a subir gradativamente em boa parte do Sul, além de parte do Mato Grosso do Sul e de Mato Grosso.

Segundo o Inmet, em ambos os dias haverá ventos fortes, provocados pelo ciclone associado à frente fria, na faixa costeira, principalmente na costa do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, o que deve provocar agitação marítima e ressaca na costa desses estados.



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Mato Grosso

PF investiga ligação de policiais com facção criminosa

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A Polícia Federal (PF) cumpre, nesta quarta-feira (7), sete mandados de prisão preventiva e 18 de busca e apreensão contra um grupo acusado de ligações com facção criminosa do Rio de Janeiro. A PF investiga crimes como venda ilegal de fuzis e vazamento de informações sigilosas para a organização que atua no Complexo de Israel, na zona norte da capital fluminense, além de lavagem de dinheiro

Entre os alvos da operação Magen estão um policial civil, um policial militar e ex-policiais. A investigação, feita pelo Grupo de Investigações Sensíveis da PF (GISE) e pelo Grupo de Atuação Especializada de Defesa da Integridade e Repressão à Sonegação Fiscal do Ministério Público do Rio (MPRJ), identificou que a organização criminosa mantinha um núcleo estruturado para obtenção, transporte e revenda clandestina de armas.

Segundo a PF, o grupo comercializava fuzis de uso restrito, revólveres, pistolas, carregadores e munições. A investigação apontou indícios de que os alvos da operação chegaram a fornecer dez fuzis AR-15 diretamente à principal liderança criminosa do Complexo de Israel.

Os policiais e ex-policiais conseguiam acessar sistemas restritos da Administração Pública e repassavam aos líderes da facção criminosa dados sigilosos referentes a mandados de prisão em aberto, endereços, registros de veículos e alvos de ações policiais em andamento.

Com isso, conseguiram alertar os criminosos que atuam no complexo de favelas e evitar a repressão policial. As informações sigilosas também eram usadas para conduzir investigações clandestinas que tinham como objetivo extorquir criminosos.

A lavagem do dinheiro obtido com o esquema criminoso era feita por meio de sucessivas manobras de dissimulação. Mais de R$ 100 milhões foram movimentados em um intervalo de quatro anos, entre contas pessoais e de empresas de fachada.



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