Polícia
Polícia Civil prende dois homens por crimes de violência doméstica em Rondonópolis
Polícia
A Polícia Civil realizou, no fim da última semana, duas prisões relacionadas a crimes praticados no contexto de violência doméstica e familiar contra a mulher em Rondonópolis, reforçando o compromisso da instituição com a proteção das vítimas e o enfrentamento à violência de gênero.
Na quinta-feira (28.05), a equipe da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Rondonópolis cumpriu um mandado de prisão preventiva contra um homem, de 20 anos, investigado por descumprimento de medidas protetivas de urgência. A ordem judicial foi expedida pela Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher de Rondonópolis.
As investigações apontaram que, mesmo após a concessão das medidas protetivas, o suspeito continuou adotando comportamentos de perseguição, intimidação e violência contra a vítima, de 21 anos.
O caso envolveu denúncias de agressões físicas, ameaças, violência psicológica e patrimonial, além de reiteradas tentativas de contato e invasão da esfera de privacidade da ofendida.
Diante da gravidade dos fatos e dos elementos reunidos durante a investigação, a autoridade policial representou pela prisão preventiva do investigado. Após a expedição do mandado, a equipe da Delegacia Especializada iniciou diligências para localizar o suspeito, que foi encontrado no bairro Jardim Luz D’Yara.
Após a prisão, ele foi conduzido ao Núcleo de Plantão Especializado de Atendimento à Mulher e Vulneráveis de Rondonópolis, onde foram adotadas as providências legais cabíveis.
Já na sexta-feira (29.05), a equipe da Delegacia Especializada efetuou a prisão em flagrante de um homem, de 32 anos, pelos crimes de lesão corporal e ameaça praticados contra sua ex-companheira, de 29 anos.
A vítima procurou a unidade policial relatando que possuía medidas protetivas em desfavor do suspeito e que havia sido surpreendida pelo ex-companheiro em sua residência. Conforme apurado, o homem teria permanecido escondido no imóvel e, ao encontrar a vítima, passou a agredi-la fisicamente, além de proferir ameaças de morte.
Assim que tomaram conhecimento dos fatos, os investigadores iniciaram diligências ininterruptas para localizar o suspeito, que se encontrava em situação de flagrante delito. Após intenso trabalho de campo e levantamento de informações, o homem foi localizado no bairro Jardim Guanabara e preso.
O suspeito foi encaminhado ao Núcleo de Plantão Especializado de Atendimento à Mulher e Vulneráveis de Rondonópolis, onde foi apresentado à autoridade policial para os procedimentos cabíveis.
“As duas ações demonstram a atuação rápida e eficiente da Polícia Civil no combate à violência doméstica, garantindo o cumprimento das medidas protetivas, a responsabilização dos autores e a proteção das vítimas. E é sempre importante reforçar a necessidade de que situações de violência sejam denunciadas para que as medidas legais possam ser adotadas de forma célere e eficaz”, afirmou o delegado Vinicius Franciscon Prezoto.
Polícia
Polícia Civil cumpre mandados contra advogados suspeitos de falsificar de decisão judicial para favorecer líder de facção
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagra, nesta quarta-feira (28.10), a Operação Reescrita, para o cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão contra três advogados investigados por suspeita de falsificação de documento público, uso de documento falso e integração em organização criminosa.
As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela por meio da Gerência de Combate ao Crime Organizado e da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (GCCO/Draco),
As buscas são realizadas em quatro endereços na Capital, sendo três delas nas residencias dos investigados e a quarta em um escritório de advocacia. O cumprimento das medidas é acompanhado por representantes da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT).
Investigação
As investigações iniciaram após a GCCO/Draco tomar conhecimento de uma suposta decisão judicial que determinava estudos específicos de comportamento que beneficiassem e flexibilizasse a vinda um criminoso, apontado com vice-presidente de uma facção criminosa, preso da Penitenciária Federal de Catanduvas, no Paraná, para a Penitenciária Central do Estado (PCE), em Mato Grosso, antes do término do prazo de permanência estabelecido em decisão judicial anterior.
Segundo os elementos apurados, em junho de 2025, foi apresentado um pedido judicial para a transferência do preso. Meses depois, em dezembro do mesmo ano, dois dos advogados investigados compareceram ao gabinete de uma unidade judicial em Cuiabá e solicitaram providências relacionadas ao cumprimento de uma suposta decisão, que teria sido proferida em novembro de 2025.
Na ocasião, eles apresentaram uma cópia do documento, posteriormente encaminhada por um dos advogados investigados ao contato institucional do gabinete. Durante a verificação, servidores da unidade judicial constataram que a decisão não havia sido proferida pelo magistrado e não estava registrada no processo.
Também foram identificadas inconsistências no documento, incluindo um código de validação vinculado a outro processo e diferenças em relação aos padrões dos documentos oficiais do sistema eletrônico de execução penal. A análise técnica do arquivo apontou indícios de edição externa.
Os elementos reunidos nas investigações demonstraram que uma das investigadas teria participado da elaboração ou edição do documento, enquanto os outros dois advogados teriam atuado na apresentação e utilização do arquivo perante o Poder Judiciário.
Ordens judiciais
Diante das evidências, foi representado pelos mandados de busca e apreensão contra os investigados com o fim de esclarecer a origem do documento, as circunstâncias de sua produção e circulação e a participação individual dos envolvidos.
As buscas têm como objetivo localizar celulares, computadores, notebooks e outros dispositivos eletrônicos, além de documentos e mídias que possam contribuir para o esclarecimento dos fatos.
Nome da operação
O nome Reescrita faz referência à suspeita de que uma decisão judicial já existente, relacionada à permanência do preso em penitenciária federal, teria sido utilizada como referência para produzir um novo documento, que teria sido reescrito pelos investigados, atribuindo-lhe outro sentido e simulando uma decisão posterior que autorizaria o recambiamento do custodiado para Mato Grosso.
-
Mato Grosso6 dias atrásSaiba como uma ideia pode se transformar em lei
-
Mato Grosso5 dias atrásMega-Sena acumula para R$ 230 milhões; confira os números sorteados
-
Sinop7 dias atrásProcon Sinop alcança índice de 80% de conciliação e reforça credibilidade junto a consumidores e empresas
-
Justiça5 dias atrásPGR dá parecer contra pedido de acesso a registro de Vorcaro no Senado
-
Mato Grosso5 dias atrásCattani cobra solução para sistema florestal e cancelamentos de CAR de pequenos produtores
-
Política6 dias atrásNunes Marques suspende postagens ilegais contra campanha de Lula
-
Polícia6 dias atrásPolícia Civil prende autor de roubo à joalheria e mulher envolvida no tráfico de drogas em Lucas do Rio Verde
-
Várzea Grande5 dias atrásAlessandro cobra explicações sobre suspensão de projeto social no Flor do Ipê — Câmara Municipal