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Motta cria comissão para analisar PEC que reduz maioridade penal

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O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou nesta segunda-feira (6) a comissão especial responsável por analisar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) sobre a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos em caso de crimes graves.

A medida destrava a tramitação da PEC, depois de a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) ter aprovado em junho a admissibilidade da proposta.

A criação de uma comissão especial é uma das etapas previstas na tramitação de uma PEC no Congresso. O colegiado será responsável por aprofundar o debate sobre o tema, incluindo a realização de audiências públicas e a consulta a especialistas.

Ao final dos trabalhos, a comissão deverá votar um relatório com a indicação de aprovação ou rejeição, antes que a proposta possa levada ao plenário da Câmara. Ainda não está decidido quem será o relator da PEC da maioridade penal.

A proposta a ser analisada altera o artigo 228 da Constituição para incluir a previsão de que a maioridade penal – idade a partir da qual uma pessoa pode ser julgada e condenada por crimes comuns, por exemplo – é atingida aos 16 anos, e não aos 18 anos, como estabelece o texto atual .

Pelas normas atuais, pessoas abaixo de 18 anos são inimputáveis e estão submetidas a uma legislação diferenciada.

Após Motta ter autorizado a instalação da comissão especial sobre o tema, os partidos deverão indicar os integrantes do colegiado. O prazo inicial para a análise e apresentação de modificações ao texto da PEC é de 10 sessões do plenário.

O colegiado tem o tempo máximo de até 40 sessões plenárias para aprovar um parecer final . Após esse período, o presidente da Câmara pode levar a PEC para votação diretamente no plenário, segundo o regimento interno.



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Ato em Sinop marca reta final de Dilmar na disputa por novo mandato na ALMT

Mobilização reuniu apoiadores e lideranças políticas no norte de Mato Grosso; Dilmar afirmou acreditar em votação superior a 65 mil votos.

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Sinop foi palco de uma das mobilizações da reta final da campanha do deputado estadual Dilmar Dal Bosco (União Brasil), que busca permanecer na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). O encontro reuniu uma multidão de apoiadores, além de lideranças políticas estaduais e municipais.

A movimentação ocorre nos últimos dias antes da votação, período em que Dilmar intensifica sua presença nas bases eleitorais e busca consolidar o apoio construído em diferentes regiões de Mato Grosso.

O candidato ao Governo do Estado, Otaviano Pivetta (Republicanos), esteve entre as lideranças que participaram do evento em Sinop. A presença de representantes políticos de diferentes municípios também marcou a agenda.

Ao falar aos apoiadores, Dilmar direcionou sua mensagem principalmente às cidades do interior. O parlamentar afirmou que a atuação junto aos municípios continuará sendo uma das prioridades caso seja reconduzido ao cargo.

“Quero agradecer o apoio de todos em Mato Grosso. Sempre trabalhei pelos municípios e vou continuar trabalhando. Sou municipalista e conheço de perto as necessidades da população”, declarou.

A expectativa sobre o desempenho eleitoral também entrou no discurso. Dilmar disse acreditar que o apoio recebido durante a campanha será refletido nas urnas e apresentou uma projeção própria para o resultado.

“Vou ter mais de 65 mil votos de amigos e amigas em todo o Estado”, afirmou.

A declaração ocorre em um momento em que as candidaturas concentram esforços nas últimas agendas permitidas antes da eleição. No caso de Dilmar, a estratégia tem sido reforçar o contato com lideranças municipais e eleitores em diferentes pontos do Estado.

Após a mobilização em Sinop, o deputado segue para os compromissos finais de campanha defendendo a continuidade de sua atuação na Assembleia Legislativa e a manutenção da parceria com os municípios mato-grossenses.

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