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Saiba como votar usando o aplicativo e-Título do TSE

Publicado em

Política

Para exercer o direito ao voto no segundo turno neste domingo (25), os eleitores poderão utilizar o e-Título, a versão digital do título de eleitor. O app pode ser utilizado desde que ele contenha a foto do eleitor.

Apesar do uso não ser obrigatório, o aplicativo facilita o acesso às informações mais importantes no dia da votação.

Baixe o e-Título para iOS

Baixe o e-Título para Android

Identificação

Para comprovar a identidade do eleitor, os mesários deverão conferir documentos oficiais com foto (físicos ou digitais). O e-Título, desde que tenha a foto do eleitor, pode ser utilizado nesta identificação.

Como baixar o e-Título?

Para baixar o e-Título, é necessário acessar a AppStore ou Google Play Store e fazer o download gratuito. É importante verificar se o app aparece como “e-Título – Justiça Eleitoral Brasileira”.

Com o aplicativo aberto é preciso preencher os dados: nome completo, data de nascimento, CPF ou Título de Eleitor, e nome dos pais. Após isso, o eleitor deverá responder às perguntas de segurança exibidas na tela e criar uma senha.

Os dados informados devem ser exatamente iguais aos do último atendimento na Justiça Eleitoral. Se houver divergência, o aplicativo não validará o documento. O e-Titulo poderá ainda solicitar o reconhecimento facial, feito por meio da câmera do aparelho celular.

Funcionalidades

Além de servir como documento de identificação, no aplicativo é possível consultar informações relevantes como o local de votação, além de emitir certidões eleitorais e justificar a ausência às urnas.

É possível votar sem o título de eleitor?

Sim. Qualquer documento oficial com foto, físico ou digital, será aceito para identificação.

São aceitos como documento de identificação, além do e-Título, inclusive em formato digital:

  • carteira de identidade;
  • identidade social;
  • passaporte;
  • carteira de categoria profissional reconhecida por lei;
  • certificado de reservista;
  • carteira de trabalho física;
  • Carteira Nacional de Habilitação (CNH).



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Política

Flávio defende inocência do único acusado pela morte de Ana Clara

Publicados

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Os candidatos à Presidência da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) discutiram segurança pública no debate da TV Globo, na noite desta sexta-feira (23).

Questionado por Lula sobre os motivos de ter defendido o policial acusado pelo Ministério Público de matar a menina Ana Clara, de 5 anos, em 2021, Flávio afirmou que acredita na inocência do cabo da Polícia Militar (PM) do Rio de Janeiro.

“Eu quero saber quem foi o autor desse disparo, porque eu tenho a confiança que não foi esse policial. Ele sequer foi julgado ainda”, disse Flávio.

A mãe de Ana Clara, Cristiane Gomes da Silva, estava na plateia durante o debate. Flávio se dirigiu a ela pelo nome da filha e lamentou a morte da criança. “Era uma troca de tiros, uma comunidade deflagrada. A senhora sabe que tem o tráfico de drogas aí”.

Cristiane protestou contra a resposta do candidato do PL e lembrou que a perícia da Polícia Civil no local atestou que não houve troca de tiros.

“Ele não respondeu porque defendeu o assassino da minha filha. Ele inventou um confronto ali como o policial inventou no dia”, disse a mãe de Ana Clara.

Maioridade penal

Após falar sobre o caso da menina assassinada, o candidato do PL reafirmou que, caso eleito, classificará organizações criminosas como narcoterroristas. Flávio também defendeu a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos, e 14 anos para crimes hediondos, como estupro.

Lula rebateu e relembrou relações do adversário com milicianos do Rio de Janeiro. Em seguida, reiterou sua proposta de criar um ministério da Segurança Pública e fortalecer as polícias.

“Vou criar o ministério, fortalecer a Polícia Federal, fortalecer a Polícia Rodoviária Federal e acabar com essa bandidagem de miliciano e narcotráfico aqui no Rio de Janeiro e no Brasil inteiro”.

Educação

A educação também foi abordada pelos candidatos. Flávio Bolsonaro propôs investimento no ensino integral. “Eu vou investir muito no ensino integral. Porque criança mais perto da escola é criança mais longe do crime. Como é que eu vou fazer no tempo integral? Eu vou investir no ensino técnico no contraturno, por exemplo, para que as crianças possam aprender as profissões do futuro, elas possam se sentir estimuladas a irem para a sala de aula”.

Lula, por sua vez, lembrou da criação do Pé-de-Meia, programa que dá incentivo financeiro, na modalidade poupança, para os estudantes do ensino médio público. E afirma que criará a versão universitária do programa.

“Eu tenho muito orgulho de participar do momento histórico desse país, em que a gente fez mais universidade, a gente fez mais instituto federal, a gente fez mais escola de tempo integral, a gente cuidou da educação como jamais tinha sido cuidado”



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