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Política

Carolina Costa explica atuação do Programa Anjos da Escola no Lucas em Debate

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Política

O podcast Lucas em Debate recebeu nesta edição a psicóloga e coordenadora do Programa Anjos da Escola, Carolina Costa, para um bate-papo sobre o trabalho desenvolvido junto aos estudantes da rede municipal de ensino de Lucas do Rio Verde.

Durante a entrevista, Carolina explicou que o Anjos da Escola é um programa de atendimento multidisciplinar especializado, vinculado à Secretaria Municipal de Educação, que tem como principal objetivo oferecer suporte a alunos que apresentam dificuldades de aprendizagem, desenvolvimento, comportamento ou questões sociais que possam impactar sua vida escolar.

A coordenadora destacou que os encaminhamentos são realizados pelas unidades escolares, que acompanham o dia a dia dos alunos e identificam situações que necessitam de uma avaliação mais aprofundada. 

O programa conta com uma sede própria no bairro Menino Deus, onde são realizados os atendimentos e acompanhamentos especializados. 

Durante a conversa, a psicóloga detalhou ainda a composição da equipe multidisciplinar do programa, formada por profissionais de diferentes áreas, entre elas psicologia, psicopedagogia, assistência social e nutrição. “Essa atuação integrada permite uma análise ampla de cada caso, considerando não apenas o desempenho escolar, mas também aspectos emocionais, familiares e sociais que influenciam diretamente o processo de aprendizagem’, detalhou.

Atualmente, o programa acompanha cerca de 120 crianças na área de psicopedagogia, oferecendo suporte especializado para estudantes que apresentam dificuldades no processo de aprendizagem. Já no atendimento nutricional, são cerca de 200 crianças acompanhadas, com um trabalho que vai além das orientações às famílias. 

Outro importante eixo de atuação do Anjos da Escola é o acompanhamento da infrequência escolar. O trabalho é realizado pelas assistentes sociais do programa, que monitoram os casos de faltas recorrentes, buscam compreender os motivos que levam o estudante a se afastar da rotina escolar e promovem ações junto às famílias para garantir a permanência e o desenvolvimento dos alunos na escola.

O episódio completo do Lucas em Debate está disponível nos canais oficiais da Câmara Municipal de Lucas do Rio Verde.

? Ouça a Rádio Câmara
Para ouvir a Rádio Câmara Lucas do Rio Verde, acesse o site oficial da  Câmara Municipal  ou baixe o aplicativo para  iOS  e  Android . Os episódios do podcast estão disponíveis nas principais plataformas digitais.



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Política

STF nega ter ordenado buscas em endereços de Flávio Bolsonaro

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou nesta quarta-feira (28) nota em que nega a existência de operação de busca e apreensão da Polícia Federal (PF) tendo como alvo endereços ligados ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), recém-derrotado na eleição para a Presidência da República.

“É falsa a informação veiculada sobre a existência ou o cumprimento de qualquer mandado de busca e apreensão direcionado ao senador Flávio Bolsonaro ou a seus endereços. Não há nenhuma decisão judicial nesse sentido, tampouco realização de diligência policial ou de busca e apreensão.”

A manifestação do STF foi divulgada após surgirem na imprensa, nesta quarta, notícias de que a PF estaria realizando uma operação na mansão de Flávio no Lago Sul, bairro de alto padrão em Brasília.

Dois dias após perder as eleições para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que conseguiu se reeleger com uma margem de mais de 4,4 milhões de votos no segundo turno, Flávio Bolsonaro fugiu do Brasil por via terrestre e embarcou em um jatinho particular com destino aos Estados Unidos.

Passaporte

A fuga ocorreu depois de o ministro Alexandre de Moraes ter proibido o senador de deixar o país e determinado a apreensão dos passaportes de Flávio. A decisão foi tomada após a PF ter informado a chance concreta de fuga do parlamentar do país, logo após a apuração do resultado da eleição.

Na segunda (27), dia seguinte ao pleito, Flávio foi abordado por agentes da PF e intimado a entregar seus passaportes (o regular e o diplomático), ao sair da residência de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre pena em regime domiciliar por tentativa de golpe de Estado.

A abordagem foi relatada pelo próprio parlamentar em vídeo publicado nas redes sociais, no qual ele afirmou que cumpriria a decisão judicial e que nunca pensou em deixar o país . Ele disse que enfrentaria as acusações a que responde no STF.

Na terça (27), porém, Flávio fugiu pela fronteira com a Argentina, violando a proibição de deixar o país.

A decisão de apreensão do passaporte de Flávio foi tomada por Moraes no âmbito de um inquérito relatado pelo ministro em que o parlamentar é investigado por lavagem de dinheiro e evasão de divisas, junto com o advogado e amigo próximo Willer Tomaz, que também deixou o país rumo aos EUA, ainda antes da eleição.

Inquéritos

Mesmo com a fuga, os inquéritos aos quais Flávio responde no Supremo continuam a tramitar. Além da investigação relatada por Moraes, o parlamentar também é alvo de um inquérito no caso do Banco Master, sob relatoria do ministro André Mendonça.

Neste caso, ele é investigado por ter pedido ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, antigo dono do Master, o equivalente a R$ 134 milhões, supostamente para financiar a produção do filme Dark Horse , cinebiografia de seu pai.

A solicitação da quantia foi identificada pela PF em mensagens extraídas do celular apreendido de Vorcaro. O áudio com o pedido de dinheiro foi revelado pelo site The Intercept Brasil .

Flávio Bolsonaro reconheceu a autoria do áudio e das mensagens trocadas com Vorcaro, mas nega irregularidades no pedido de financiamento, afirmando ter se tratado de uma captação de recursos privados, sem nenhuma ilegalidade.



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