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Rondonópolis

Projeto leva alunos da rede municipal para conhecer o cultivo de hortaliças

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Rondonópolis

Os alunos do quinto ano da Escola Municipal de Educação Básica (Emeb) Professora Maria Aparecida de Oliveira deixaram a escola e foram até uma pequena propriedade conhecer de perto os alimentos que eles consomem todos os dias na merenda. A aula de campo foi numa pequena propriedade na zona rural de Rondonópolis.

O objetivo da aula fora da escola, de acordo com Juliana Fernandes, diretora da Emeb, é que as crianças saibam como funciona uma horta, os nutrientes que contém nas frutas e verduras, que chegam até a unidade no momento da merenda.

Após tomar um café da manhã reforçado no sítio, os alunos partiram para conhecer a horta, desde o viveiro de mudas até as áreas plantadas. A cada trecho visitado as crianças tinham uma nova descoberta, aprendendo sobre as hortaliças, seus texturas, cheiro e forma de cultivo. Entre pés de alface, couve, tomate e pepino, as professoras e a nutricionista ensinavam sobre os nutrientes presentes em cada alimento e a importância de consumir produtos saudáveis.

“Isso aqui é uma educação alimentar nutricional em grande escala, aqui elas conseguem entender na prática todo o processo e ajuda também na seletividade alimentar”, comentou a superintendente de alimentação escolar e nutricionista Gabriela Macedo Ribeiro. Para ela, alimentação saudável tem que conhecer, ver tudo, tem que sentir os alimentos.

A horta que os alunos da Emeb conheceram pertence ao Ângelo Marcos da Silva, mas que também já foi das gerações passadas da sua família. Hoje ele afirma que é um prazer passar o conhecimento para as pessoas e aposta até que, entre os alunos, pode surgir um novo agricultor.

Depois de aprender todo o processo de cultivo das hortaliças, na visita guiada, os alunos participaram de um almoço preparado especialmente para a turma e com produtos colhidos na hora. Antes de comer eles trocaram experiências e reforçaram a importância de cada alimento para a saúde.

A diretora Juliana concluiu que foi um dia inesquecível não só para os alunos mas para a equipe da escola também, pois puderam acompanhar cada sorriso, cada aprendizado e cada passo deles na horta.

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Rondonópolis

Prefeitura proíbe novos contratos com a empresa DDMIX por dívidas trabalhistas

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A Prefeitura de Rondonópolis, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, publicou nesta sexta-feira (21) decisão administrativa que suspende a participação da empresa DDMIX Terceirizações Eireli em licitação e a impede de contratar com a administração pelo prazo de dois anos, em função do descumprimento absoluto de contrato firmado com a gestão.

A decisão administrativa em questão foi publicada na edição 6.260 do Diário Oficial do Município. Conforme o documento, a empresa DDMIX Terceirizações Eireli foi contratada em 2022 para prestação de serviços de mão-de-obra de apoio administrativo e operacional para atender às necessidades da Secretaria Municipal de Saúde.

A investigação feita em processo administrativo sobre o caso constatou o descumprimento sistemático de obrigações trabalhistas e desobediência às ordens da fiscalização. Segundo o documento, a empresa, embora regularmente notificada por múltiplos canais – incluindo correio eletrônico, aplicativo de mensagens e publicação oficial – permaneceu inerte à tomada de providências.

A decisão expõe que a fiscalização demonstrou que a contratada deixou de quitar verbas de natureza alimentar, como salários, vale-transporte, auxílio-alimentação, 13º salário e férias. Além disso, aponta que a empresa tentou condicionar o pagamento de verbas trabalhistas ao recebimento de faturas.

“A materialidade das infrações é reforçada pela confissão de insolvência feita pela própria empresa perante a entidade sindical, declarando-se incapaz de honrar rescisões e débitos fundiários. Constatou-se o recolhimento intempestivo de FGTS referente a competências de 2023, 2024 e 2025, realizado apenas após intensa pressão da fiscalização”, consta na decisão.

O documento justifica que a sanção de suspensão de licitar é medida proporcional e necessária diante da gravidade da lesão aos direitos sociais dos trabalhadores e ao risco jurídico imposto à administração. “A inércia da empresa, somada ao histórico de negligência, impede a manutenção de qualquer vínculo contratual, sob pena de conivência com a precarização do serviço público”, reforça.

Vale ressaltar que a referida decisão ainda cabe recurso.

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