Economia
Lajeado-RS ganha novo mall e atrai atenção
Economia
Com Produto Interno Bruto (PIB) per capita estimado em mais de R$ 72 milhões e população acima de 93 mil pessoas, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a cidade de Lajeado, no Rio Grande do Sul, concentra atividades de comércio, serviços, saúde, educação e mercado corporativo.
O contexto econômico local tem atraído investimentos. Um exemplo é o Grupo Arco, que projeta a inauguração de um novo centro comercial e empresarial na cidade para novembro deste ano, o Mall Josefina Eckert. Conforme análise de Elisandro Eckert, sócio do empreendimento, o crescimento de Lajeado acompanha uma tendência nacional de descentralização econômica, impulsionada pela expansão de polos regionais fora das capitais.
“Empresas buscam cidades com boa infraestrutura, mercado consumidor ativo e custos operacionais mais equilibrados, o que nosso município reúne, somando a uma forte capacidade de articulação regional”, afirma.
Ainda de acordo com o empresário, a relevância econômica se amplia quando observada dentro do contexto regional, com diversas cidades englobadas pelo Vale do Taquari e o Vale do Rio Pardo, formando um mercado relevante no interior gaúcho.
Para Eckert, esse cenário também começa a impactar diretamente o mercado imobiliário corporativo, com aumento da demanda por estruturas voltadas a serviços, escritórios e operações empresariais.
“O crescimento econômico acaba puxando uma transformação natural na infraestrutura urbana e empresarial. Existe uma demanda crescente por empreendimentos modernos, conectados e preparados para atender empresas e profissionais”, destaca.
Nesse contexto, o Mall Josefina Eckert surge como um empreendimento de 41 salas empresariais e comerciais voltadas ao mercado regional.
“Existe um movimento de interiorização dos investimentos. Cidades médias economicamente fortes passam a concentrar cada vez mais oportunidades de negócios, como é o caso da que estamos criando com este novo empreendimento”, ressalta Eckert.
“Os indicadores econômicos e demográficos da região apontam para um cenário de fortalecimento da atividade empresarial, acompanhando uma tendência observada em diferentes polos do interior do país. A expansão de investimentos em setores como comércio, serviços e infraestrutura corporativa reflete as transformações em curso no ambiente econômico regional e o aumento da sua relevância no contexto estadual”, conclui.
Economia
Omie firma parceria com Lead Energy e poupa 23% em energia
A Omie, sistema de gestão (ERP) para PMEs, firmou parceria com a Lead Energy para a migração de suas unidades consumidoras para o mercado livre de energia. A iniciativa teve início em fevereiro de 2025, com a estruturação da estratégia de contratação e análise de viabilidade energética.
Os resultados da parceria já se mostram expressivos. Desde então, a Omie registrou economia de 23% em custos com energia elétrica, resultado da estratégia de contratação no mercado livre e da gestão ativa dos contratos energéticos. Além do impacto financeiro, a migração também gerou ganhos ambientais relevantes: no mesmo período, o consumo de energia renovável evitou a emissão de 12,7 toneladas de CO₂, volume equivalente ao plantio de aproximadamente 90 árvores.
A escolha pela Lead Energy foi pautada por fatores estratégicos, entre eles a abordagem consultiva, a transparência nas negociações e o atendimento especializado ao longo do processo de migração. Outro aspecto considerado foi o sistema proprietário da empresa, que permite à Omie realizar a gestão digital e integrada das contas de energia, com acesso a dados detalhados do consumo, relatórios gerenciais e indicadores de performance em tempo real.
“Para a Omie, a gestão eficiente de energia na matriz é uma prioridade de governança. A parceria com a Lead Energy nos permitiu acessar o mercado livre de forma estruturada, unindo segurança jurídica à otimização de recursos. Esse movimento amplia nossa visão estratégica e reflete nosso compromisso com a excelência na gestão de ativos”, pontua Daniela Vaz, gerente de Facilities da Omie e gestora do projeto.
Além do impacto financeiro direto, a migração para o mercado livre trouxe maior flexibilidade contratual, previsibilidade orçamentária e autonomia na escolha do fornecedor de energia, permitindo à companhia estruturar um modelo de contratação mais aderente às suas diretrizes de governança corporativa e responsabilidade ambiental, por meio do Ecom Carbon. Foi confirmada a aposentadoria de 1 bilhão e 854 milhões de certificados I-REC. O montante representa a comprovação de 1 bilhão e 854 milhões de MWh de eletricidade gerada por fontes renováveis no ano de 2025.
De acordo com dados Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), o mercado livre já representa cerca de 45% de todo o consumo de energia do Brasil, reunindo mais de 50 mil unidades consumidoras entre indústrias, empresas de serviços e grandes grupos corporativos. O modelo permite que consumidores negociem diretamente com geradores e comercializadores, muitas vezes com acesso a energia proveniente de fontes renováveis, como eólica, solar, biomassa e pequenas centrais hidrelétricas.
“Essa parceria demonstra que eficiência energética, sustentabilidade e inteligência na gestão caminham juntas. Nosso objetivo é oferecer soluções transparentes, tecnológicas e sustentáveis, que gerem impacto financeiro e ambiental positivo para nossos clientes. Empresas com grande capilaridade operacional, como a Omie, têm muito a ganhar ao estruturar sua estratégia energética no mercado livre”, destaca Raphael Ruffato, fundador e CEO da Lead Energy.
Com o fornecimento de energia proveniente de fontes renováveis, a Omie também avança em sua agenda ESG e na redução da pegada de carbono associada às operações administrativas. A companhia passa a contar, ainda, com ferramentas de monitoramento e gestão energética que ampliam a visibilidade sobre o consumo e possibilitam a identificação contínua de oportunidades de eficiência.
A parceria entre Omie e Lead Energy reforça o amadurecimento do mercado livre de energia no Brasil e evidencia o movimento de grandes companhias em direção a modelos de contratação mais eficientes, sustentáveis e competitivos, tendência que deve ganhar ainda mais força nos próximos anos, à medida que novas categorias de consumidores passem a ter acesso ao ambiente de contratação livre.
Sobre a Omie
Fundada em 2013 por Marcelo Lombardo e Rafael Olmos, a Omie tem o propósito de destravar o crescimento de todos os tipos de negócios, oferecendo um sistema de gestão completo e ilimitado, ancorada em quatro grandes pilares: Gestão, por meio do software; Educação, por meio da Omie; Finanças, por meio de linhas de crédito e soluções para apoio à gestão de PMEs; e Comunidade, por meio de um ecossistema que conecta clientes, fornecedores e prestadores de serviços.
A empresa conta com mais de 25 mil contadores parceiros, mais de 180 mil clientes, aproximadamente 1600 colaboradores e mais de 100 unidades de franquias no país. Atualmente, a Omie processa mais de R$38 bilhões em notas fiscais emitidas por mês, representando um fluxo de cerca de 3,8% do PIB brasileiro. Para conhecer mais sobre as novidades da Omie, basta conferir os canais: Site, Blog, Instagram, LinkedIn e TikTok.
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