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Com apoio da Prefeitura, Rondonópolis conquista título inédito na Liga Mato-grossense de Tênis de Mesa

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Rondonópolis

O esporte de Rondonópolis viveu um momento histórico no último fim de semana. Pela primeira vez, a equipe da Academia de Tênis de Mesa de Rondonópolis (ATMR) conquistou o título de campeã por equipes da III Liga Mato-grossense de Tênis de Mesa, consolidando o município entre as principais potências da modalidade no estado.

A etapa decisiva da competição foi realizada em Rondonópolis e reuniu atletas das cidades de Cuiabá, Várzea Grande, Primavera do Leste e Rondonópolis. Ao longo das três etapas da Liga — realizadas em Cuiabá, Lucas do Rio Verde e Primavera do Leste, com a grande final em Rondonópolis — a equipe rondonopolitana somou resultados expressivos que garantiram o título estadual.

Representando o município, 32 atletas competiram em categorias que vão do Sub-9 ao Master 50, conquistando medalhas em todas elas. Ao todo, foram 12 medalhas de ouro, sete de prata e 19 de bronze, totalizando 38 medalhas, além do troféu de 1º lugar por equipes.

A trajetória da ATMR é marcada pela superação. O projeto nasceu em 2021 com apenas uma mesa de tênis de mesa instalada6 em uma garagem e o sonho de transformar vidas por meio do esporte. Hoje, poucos anos depois, celebra uma conquista inédita para Rondonópolis no cenário estadual.

Entre os destaques da equipe estiveram os atletas Gabriel Pardin, bicampeão com medalhas de ouro nas categorias Sub-19 e Open Absoluto B Masculino, e Ana Kapfemberguer, que brilhou ao conquistar três medalhas de ouro nas categorias Sub-15, Sub-17 e Open Absoluto C Feminino.

O professor Marcos Gomes, responsável pela ATMR, destacou que o resultado é fruto da dedicação dos atletas, do trabalho da equipe técnica e do apoio recebido para fortalecer a modalidade no município.

“Essa conquista é resultado de muito trabalho, dedicação e do apoio das famílias e de todos que acreditaram no nosso projeto desde o início. Também agradecemos à Prefeitura de Rondonópolis, por meio da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (SEMECEL), que foi fundamental para a realização da competição e para que nossa equipe pudesse alcançar esse resultado histórico. Seguiremos trabalhando para levar o nome de Rondonópolis aos quatro cantos de Mato Grosso e do Brasil.”

O secretário municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Carlos Júnior, parabenizou atletas, comissão técnica e familiares pela conquista.

“Esse resultado mostra a força do esporte de Rondonópolis. Quando apoiamos projetos sérios, que formam atletas e cidadãos, os resultados aparecem. Parabenizo todos os envolvidos por essa conquista inédita, que enche nossa cidade de orgulho e inspira novos talentos.”

Além do título estadual, o desempenho reforça o crescimento do tênis de mesa em Rondonópolis e evidencia a importância das parcerias entre o poder público e as entidades esportivas para ampliar oportunidades, incentivar a prática esportiva e revelar novos talentos.

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Rondonópolis

Prefeitura proíbe novos contratos com a empresa DDMIX por dívidas trabalhistas

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A Prefeitura de Rondonópolis, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, publicou nesta sexta-feira (21) decisão administrativa que suspende a participação da empresa DDMIX Terceirizações Eireli em licitação e a impede de contratar com a administração pelo prazo de dois anos, em função do descumprimento absoluto de contrato firmado com a gestão.

A decisão administrativa em questão foi publicada na edição 6.260 do Diário Oficial do Município. Conforme o documento, a empresa DDMIX Terceirizações Eireli foi contratada em 2022 para prestação de serviços de mão-de-obra de apoio administrativo e operacional para atender às necessidades da Secretaria Municipal de Saúde.

A investigação feita em processo administrativo sobre o caso constatou o descumprimento sistemático de obrigações trabalhistas e desobediência às ordens da fiscalização. Segundo o documento, a empresa, embora regularmente notificada por múltiplos canais – incluindo correio eletrônico, aplicativo de mensagens e publicação oficial – permaneceu inerte à tomada de providências.

A decisão expõe que a fiscalização demonstrou que a contratada deixou de quitar verbas de natureza alimentar, como salários, vale-transporte, auxílio-alimentação, 13º salário e férias. Além disso, aponta que a empresa tentou condicionar o pagamento de verbas trabalhistas ao recebimento de faturas.

“A materialidade das infrações é reforçada pela confissão de insolvência feita pela própria empresa perante a entidade sindical, declarando-se incapaz de honrar rescisões e débitos fundiários. Constatou-se o recolhimento intempestivo de FGTS referente a competências de 2023, 2024 e 2025, realizado apenas após intensa pressão da fiscalização”, consta na decisão.

O documento justifica que a sanção de suspensão de licitar é medida proporcional e necessária diante da gravidade da lesão aos direitos sociais dos trabalhadores e ao risco jurídico imposto à administração. “A inércia da empresa, somada ao histórico de negligência, impede a manutenção de qualquer vínculo contratual, sob pena de conivência com a precarização do serviço público”, reforça.

Vale ressaltar que a referida decisão ainda cabe recurso.

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