Várzea Grande
Vereador Sardinha cobra providências do Executivo para proteger campo de futebol e área de lazer no bairro São Simão — Câmara Municipal
Várzea Grande
Na Sessão Ordinária desta terça-feira (25), o vereador Sardinha (MDB) usou a tribuna para cobrar esclarecimentos urgentes ao Poder Executivo Municipal sobre a situação jurídica do campo de futebol situado no centro do bairro São Simão. A área, principal espaço de lazer da comunidade e fonte de renda para pequenos comerciantes locais, corre risco de encerramento das atividades em razão de uma ação judicial com movimentação prevista para setembro.
Em seu pronunciamento, o parlamentar lembrou que o local recebeu investimentos públicos no passado, incluindo a inauguração de uma placa de iluminação pública na gestão da ex-prefeita Lucimar Sacre de Campos. Diante disso, Sardinha questionou a veracidade dos atos administrativos daquela época e a real situação jurídica do terreno.
“Se houve a inauguração oficial dessa placa, precisamos saber a realidade: essa área é pública ou particular? Há possibilidade de o município desapropriar ou oficializar definitivamente aquela área como espaço de lazer? A comunidade do São Simão não pode continuar sendo penalizada sem uma resposta concreta”, afirmou o vereador.
Para esclarecer o caso e garantir a preservação do espaço esportivo, Sardinha anunciou a apresentação formal de três requerimentos a diferentes pastas da administração municipal. O primeiro será enviado à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano, Econômico e Turismo, para apurar o plano diretor, o zoneamento e o histórico documental da área do campo. O segundo será encaminhado à Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (SMECEL), para verificar as políticas públicas de esporte voltadas à comunidade e o impacto da possível desativação do campo. O terceiro será remetido à Procuradoria-Geral do Município (PGM), para obter esclarecimentos técnicos sobre a ação judicial prevista para setembro e as medidas jurídicas adotadas pela Prefeitura para resguardar o patrimônio coletivo.
O vereador apelou aos demais parlamentares para que se somem à luta em defesa do bairro São Simão. Segundo ele, o local exerce função esportiva, social e econômica, servindo como ponto de encontro nos finais de semana e fonte de renda para famílias que trabalham com venda de produtos no entorno. A Mesa Diretora da Câmara encaminhará os requerimentos aos órgãos competentes, com pedido de urgência nas respostas.
Assessoria de Comunicação
Câmara Municipal de Várzea Grande
Várzea Grande
Vereadora Gisa Barros cobra transparência e questiona gastos milionários com merenda escolar em Várzea Grande — Câmara Municipal
Durante a sessão ordinária da Câmara Municipal de Várzea Grande, realizada nesta terça-feira (25), a vereadora Gisa Barros utilizou a tribuna para cobrar transparência da gestão municipal e questionar os gastos com a merenda escolar. A parlamentar destacou que, embora o discurso oficial trate a alimentação dos alunos como prioridade, as ações administrativas recentes apontam para um cenário preocupante de despesas elevadas e descumprimento de normas.
Gisa Barros chamou atenção para a adesão a uma ata no valor de R$ 32 milhões, com vigência de apenas seis meses, e questionou como um contrato dessa proporção pode ser compatível com o contexto de calamidade financeira do município. Segundo a vereadora, trata-se de um volume expressivo de recursos empenhado em um curto período, o que exige explicações mais detalhadas por parte do Executivo.
A parlamentar também cobrou o cumprimento da lei municipal que garante alimentação aos profissionais da educação. De acordo com ela, apesar da existência da norma, o direito não vem sendo assegurado na prática. Gisa afirmou ainda que há relatos de desperdício de alimentos, o que, além de representar prejuízo ao erário, evidencia falhas na gestão dos insumos públicos.
Outro ponto criticado pela vereadora foi a escolha pela dispensa de licitação em vez da conclusão de um pregão eletrônico que já estaria em fase avançada. Para ela, a opção por esse modelo tende a resultar em preços mais altos para o município, agravando ainda mais a situação financeira de Várzea Grande.
Ao final do pronunciamento, Gisa Barros reforçou seu papel fiscalizador e disse que continuará cobrando esclarecimentos formais da Secretaria responsável sobre os contratos e sobre a aplicação dos recursos públicos destinados à merenda escolar.
Assessoria de Comunicação da Câmara Municipal de Várzea Grande
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